You are currently browsing the category archive for the ‘Divaldo Franco’ category.

Controla a tua ansiedade. A ansiedade mal dirigida produz danos orgânicos de variada classe e gera mal-estar onde se apresenta.

Irradia uma onda inquietante e espalha insegurança em volta. A pessoa ansiosa requer mais atenção, que nem sempre se lhe pode dispensar; está sempre queixosa e acarreta problemas para as demais; vê o que ainda não está ocorrendo e precipita-se a situações indesejáveis, para arrepender-se depois. A calma é o abençoado antídoto da ansiedade, que advém quando desejas esforçar-te para viver em paz.

Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Franco.
Do site “O Espiritismo“.

Ninguém poderá carregar o fardo de suas dores.
Eduque-se com o sofrimento.

Ninguém entenderá os problemas complexos de sua existência.
Exercite o silêncio.

Ninguém seguirá com você indefinidamente.
Acostume-se com a solidão.

Ninguém acreditará que suas aflições sejam maiores do que as do vizinho.
Liberte-se delas com o trabalho de auto-iluminação.

Ninguém lhe atenderá todas as necessidades.
Subordine-se apenas ao que você tem.

Ninguém responderá por seus erros.
Tenha cuidado no proceder.

Ninguém suportará suas exigências.
Faça-se brando e simples.

Ninguém o libertará do arrependimento após o crime.
Medite na paciência e domine os impulsos.

Ninguém compreenderá seus sacrifícios e renúncias para a manutenção de uma vida modesta e honrada.
Persevere no dever bem cumprido.

Sábio é todo aquele que reconhece a infinita pequenez ante a infinita grandeza da vida. Embora ninguém possa servi-lo sempre, você encontrará um sublime Alguém, que tem para cada anseio de sua alma uma alternativa de amor.
Por você, Ele carregou o fardo do mundo…

Compreendeu os conflitos da vida…
Caminhou com todos…
Socorreu todos que O buscaram…
Matou a fome, saciou a sede e ouviu as multidões inquietas…
Atendeu à viúva de Naim, ao apelo materno em Caná…
Carregou a cruz da injustiça sem nenhuma reclamação…
Perdoou a traição de Judas, desculpou as negativas de Pedro e a ambos libertou do remorso com a concessão do trabalho em novos avatares…
Compreendeu as lutas da mulher atormentada, sedenta de paz; esclareceu o enfático doutor do Sinédrio, sedento de saber; arrancou das trevas o cego Bartimeu, sedento de claridade…
Ensinou que diante do amor todos os enigmas do Universo se aclaram, por ser o Pai Celeste a Suprema Fonte do Amor.
Não se imponha, pois, a ninguém.

Embora você dependa de todos, nada aguarde dos outros.
Receba e agradeça o que lhe chegue e como chegue, ajude e passe…
Aprenda que a luta é a lição de cada hora no abençoado livro da existência planetária, e siga adiante com Ele, que “jamais se escusava”.

Marco Prisco. Psicografia de Divaldo Pereira Franco.

Do site “Caminhos de Luz

Acalma as ânsias do teu coração.

O que ainda não alcançaste, está a caminho.

Não sofras de véspera, entregando-te a estados deprimentes, por ausências que certamente não fazem falta.

A carência pode proporcionar recurso de valorização das pessoas e coisas.

Quem desfruta de benefícios, com facilidade subestima o que possui.

Aprende a conviver com a escassez, a solidão, e saberás evitar a embriaguez dos sentidos, a volúpia da luxúria, a exacerbação da posse.

És o que tu realizas e não o que tens ou com quem te encontras.

Joanna de Ângelis. Psicografado por Divaldo P. Franco
Da página “Sintonia Moral“.

Aprende a doar-te, se desejas atingir a prática legítima do Evangelho.

Pregador que se alça à tribuna dourada, derramando conceitos brilhantes, mas não se gasta nos labores que propõe é apenas máquina de falar, inconsciente e inconsequente. O verdadeiro aprendiz da Boa Nova está sempre a postos.

Se convidado a dar algo, abre a bolsa humilde e, recordando-se da parábola da viúva pobre, oferta o seu óbolo sem constrangimento. Se chamado a dar-se, empenha-se no trabalho, gastando-se em amor, consumindo as energias, recordando o Mestre na carpintaria nobre.

Há muita gente nas fileiras do Cristianismo que ensina com facilidade, utilizando linguagem escorreita, falando ou escrevendo, mas logo que é convocada a dar ou doar-se recua apressadamente ferida no amor próprio.

Prefere as posições superiores de mando, distante das honrosas situações do serviço. Pode ser comparada a parasitas em alta posição na árvore de que se nutrem, inúteis.

Em comezinhos exemplos, encontrarás, no quotidiano, o ajudar gastando-se.

A pedra que afia a lâmina consome-se no mister.

A grafite que escreve, desaparece enquanto registra.

O sabão que higieniza, dissolve-se, atendendo ao objetivo.

Em razão disso, não receies sofrer nas tarefas a que te propões.

São os maus que de ti necessitam, os enfermos te aguardam e os infelizes confiam em ti.

Pede a ti mesmo algo por eles e, embora o teu verbo não tenha calor nem a tua pena seja portadora da fraseologia retumbante, haverá sempre muita beleza em teus atos e muita bondade em teus gestos quando dirigidos àqueles para quem, afinal, a Boa Nova está no mundo, recordando que Jesus, após cada pregação sublime, dava-se a si mesmo para a felicidade geral.

A estes oferecia a palavra de alento e paz.

Àqueles ministrava, compassivo, lições de vida e gestos de amor.

A uns abria os olhos fechados ou os ouvidos moucos. A outros lavava as mazelas em forma de pústulas ou recuperava a paz, afastando os Espíritos infelizes.

E a todos se doava, sem cessar, cantando a Boa Nova e vivendo-a entre os sofredores até a Cruz, que transformou em ponto de luz na direção da Vida imperecível.

Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Pereira Franco, da obra Espírito e vida, ed. Leal.

Do site DivaldoFranco.com .

Poema de Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Franco. 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

…E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços afagar…
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu…
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu…
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
…E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Meus Filhos,

Que Jesus nos abençoe!

Antes que o Senhor ascendesse, estávamos reunidos com aqueles que leriam nas palavras de João, o futuro evangelista, a mensagem de libertação e de eternidade.

Naquele entardecer, rico de perfumes e de bênçãos, o Mestre inolvidável aparece e, distendendo os braços para afagar, aproxima aqueles quinhentos da Galiléia, no seu afável e dúlcido coração e diz-lhes:

— Ide, como as ovelhas mansas no meio de lobos rapaces. Ide e pregai, pois que vos dou o poder de libertar as criaturas dos sofrimentos… Eu vos dou a força para pisar a serpente do mal, sem que ela vos possa picar. Eu vos ofereço o meu coração, para que o apresenteis ao mundo. Não temais a ninguém, especialmente aqueles que somente vencem o corpo e não vos podem atingir a alma.

…E quando ascendeu em uma nuvem luminosa, aqueles que ali estavam, homens e mulheres, criancinhas e venerandos anciãos, saíram para levar a sua mensagem de liberdade aos quatro pontos do mundo.

Ide, também vós outros, novos quinhentos da Galiléia, que renasceis da memória dos tempos, depois de naufrágios dolorosos e de prejuízos incalculáveis para a economia das vossas almas. Ide, e semeai a Era do amor. Não vos perturbeis com o mundo, com as suas facécias, nem temais as suas tenazes vigorosas e ameaçadoras. Aquele amoroso e meigo Rabi prossegue convosco e conosco, conduzindo-nos ao porto de segurança para onde rumam.

É verdade que o corpo físico é um desafio, a própria luta ante os recentes progressos constituí um desafio impostergável.

Cantai, exultantes de alegria, porque fostes chamados e estais sendo selecionados para os misteres mais delicados e graves da construção do reino de Deus. Se, por acaso, aninhar-se a dor em vossos sentimentos, bendizei-a. E nesse colóquio entre a alma que chora e a dor que deve estar cravada, dizei: bendita sejas, por te apresentares como espinho nas carnes da minha alma, impedindo-lhe tropeços mais dolorosos e mais perturbadores.

Se a incompreensão testar as vossas resistências eis que soa a oportunidade da tolerância e o momento da paciência, a fim de ser conquistado o contendor. E, em qualquer circunstancia amai. O amor é a força ciclópica que modela o Universo exteriorizado pelo Pai Criador. Com os sentimentos de amor, de bondade, guiados pela lógica de bronze da Doutrina Espírita, podereis dirigir os passos no rumo do Bem, com segurança, quando tudo aparentemente estiver contra vós.

Não temos outra alternativa, nem conhecemos outra diretriz que não sejam aquelas que estão expressas na palavra do Senhor: “Fazei todo o bem que vos esteja ao alcance. Amai os vossos inimigos, aos vossos perseguidores, servindo sempre”, porque as mãos que obram nas trilhas da imortalidade estão colocando os alicerces da era do amor universal em nosso planeta, que está transitando para mundo de regeneração. Nunca estareis a sós. Vossos Guias, protetores e os anjos tutelares da lide espírita, em nome do Espírito de Verdade, estarão sempre convosco.

Ide , filhos da alma, em paz, em retorno ao vosso campo de trabalho e arai, semeai, vigiai as plântulas, defendei-as até que possam, como árvores frondosas e frutíferas, albergar a sociedade cansada, desiludida e necessitada de paz, de pão e de amor.

Que o Senhor de bênçãos vos abençoe, meus filhos.

São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra

Dr. Bezerra de Menezes. Psicofonia de Divaldo Franco. Do site “O Espiritismo“.

Dias há nos quais tens a impressão de que mesmo a luz do sol parece débil, sem que consiga fulgir nos panoramas do teu caminho. Tudo são inquietações e ansiedades que pareciam vencidas e que retornam como fantasmas ameaçadoras, gerando clima de sofrimento interior.

Nessas ocasiões, tudo corre mal. Acontecem insucessos imprevistos e contrariedades surgem de muitas situações que se amontoam, transformando-se em óbice cruel de difícil transposição.

Surgem aflições em família que navegava em águas de paz, repontam problemas de conjuntura grave em amigos que te buscam socorros imediatos e, como se não bastassem, a enfermidade chega e se assenhoreia da frágil esperança que, então, se faz fugidia.
Nessa roda-viva, gritas interiormente por paz e sentes indescritível necessidade de repouso. A morte se te afigura uma bênção capaz de liberar-te de tantas dores!…

Refaze, porém, a observação.

Tudo são testemunhos necessários à fortaleza espiritual, indispensáveis à fixação dos valores transcendentes.

Não fora isso, porém, todas essas abençoadas oportunidades de resgate, e a vida calma amolentaria o teu caráter, conspirando contra a paz porvindoura, por adiar o instante em que ela se instalaria no teu imo.

Quando tudo corre bem em volta de nós e de referência a nós não nos dói a dor alheia nem nos aflige a aflição do próximo. Perdemos a percepção para as coisas sutis da vida espiritual, a mais importante, e desse modo nos desviamos da rota redentora.

Não te agastes, pois, com os acontecimentos afligentes que independem de ti.

A família segue adiante, o amor muda de domicílio, a doença desaparece, a contrariedade se dilui, a agressão desiste, a inquietude se acalma se souberes permanecer sereno ante toda dor que te chegue, enquanto no círculo de fé sublimas aspirações e retificas conceitos.

Continua fiel no posto, operário anônimo do bem de todos, e espera.

Os ingratos que se acreditaram capazes de te esquecer lembrar-se-ão e possivelmente volverão: os amigos que te deixaram, os amores que te não corresponderam, aqueles que te não quiseram compreender, quantos zombaram da tua fraqueza e ridicularizaram tua dor envolta nos tecidos da humildade, os que investiram contra os teu anelos voltarão, tornarão sim, pois ninguém atinge a plenitude da montanha sem a vitória pelo vale que necessita vencido.

Tem calma! Silencia a revolta!

Refugia-te na palavra clarificadora do Evangelho Consolador e enxuga tuas lágrimas com as suas lições. Dos seus textos extrai o licor da vitalidade e tece com as mãos da esperança a grinalda da paz para o coração lanhado e sofrido. Se conseguires afogar todas as penas na oração de refazimento, sairás do colóquio da prece restaurado, e descobrirás que, apesar de tudo acontecer em dias que tais, Jesus luze intimamente nas províncias do teu espírito. Poderás, então, confiar e seguir firme, certo da perene vitória do amor.

Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Franco. Do site “Caminhos de Luz“.

Torna-te pacificador.

Onde te encontres, estimula a paz e vive em paz.

Os tumultos que aturdem os homens e as lutas que se travam em toda parte poderiam ser evitados, ou pelo menos contornados, se os homens mantivessem o espírito de boa vontade, uns para com os outros.

Uma ofensa silenciada, uma agressão desculpada, um golpe desviado, evitam conflitos que ardem em chamas de ódio.

Confia na força da não-violência e a paz enflorescerá o teu e o coração de quantos se acerquem de ti.

Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Franco.

Da obra: “Vida Feliz”. Do site “O Espiritismo“. 

Saúda o teu dia com a oração de reconhecimento.

Tu estás vivo.

Enquanto a vida se expressa, multiplicam-se as oportunidades de crescer e ser feliz.

Cada dia é uma bênção nova que Deus te concede, dando-te prova de amor.

Acompanha a sucessão das horas cultivando otimismo e bem-estar.

Autor: Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Franco. Da obra “Vida Feliz”

Do site “O Espiritismo

[Assistir no You Tube]

Autor: Victor Hugo (espírito)

Sem nos determos no exame dos fatores sócio-psicológicos causais do alcoolismo generalizado, de duas ordens são as engrenagens que o desencadeiam, – observado o problema do ponto de vista espiritual.

Antigos viciados e dependentes do álcool, em desencarnando não se liberam do hábito, antes sofrendo-lhe mais rude imposição.

Prosseguindo a vida, embora a ausência do corpo, os vícios continuam vigorosos, jungindo os que a eles se aferraram a uma necessidade enlouquecedora. Atônitos e sedentos, alcoólatras desencarnados se vinculam às mentes irresponsáveis, de que se utilizam para dar larga à continuação do falso prazer, empurrando-os, a pouco e pouco, do aperitivo tido como inocente ao lamentável estado de embriaguez.

Os que lhes caem nas malhas, tornam-se, por isso mesmo, verdadeiros recipientes por meio dos quais absorvem os vapores deletérios, caindo, também, em total desequilíbrio, até quando a morte advém à vítima, ou as Soberanas Leis os recambiam à matéria, que padecerá das dolorosas injunções constritoras que lhe impõe o corpo perispiritual…

Normalmente, quando reencarnados, os antigos viciados recomeçam a atividade mórbida, servindo, a seu turno, de instrumento do gozo infeliz, para os que se demoram na Erraticidade inferior…

Outras vezes, os adversários espirituais, na execução de uma programática de desforço pelo ódio, induzem os seus antigos desafetos à iniciação alcoólica, mediante pequenas doses, com as quais no transcurso do tempo os conduzem à obsessão, desorganizando-lhes a aparelhagem físio-psíquica e dominando-os totalmente.

No estado de alcoolismo faz-se muito difícil a recomposição do paciente, dele exigindo um esforço muito grande para a recuperação da sanidade.

Não se afastando a causa espiritual, torna-se menos provável a libertação, desde que, cessados os efeitos de quaisquer terapêuticas acadêmicas, a influência psíquica se manifesta, insidiosa, repetindo-se a lamentável façanha destruidora…

A obsessão, através do alcoolismo, é mais generalizada do que parece.

Num contexto social permissivo, o vício da ingestão de alcoólicos torna-se expressão de status, atestando a decadência de um período histórico que passa lento e doído.

Pelos idos de 1851, porque enxameassem os problemas derivados da alcoolofilia, Magno Huss realizou, por vez primeira, um estudo acurado da questão, promovendo um levantamento dos danos causados no indivíduo e alertando as autoridades para as conseqüências que produz na sociedade.

Os que tombam na urdidura alcoólica, justificam-lhe o estranho prazer, que de início lhes aguça a inteligência, faculta-lhes sensações agradáveis, liberando-os dos traumas e receios, sem se darem conta de que tal estado é fruto das excitações produzidas no aparelho circulatório, respiratório com elevação da temperatura para, logo mais produzir o nublar da lucidez, a alucinação, o desaparecimento do equilíbrio normal dos movimentos…

Inevitavelmente, o viciado sofre uma congestão cerebral intensa ou experimenta os dolorosos estados convulsivos, que se tornam perfeitos delírios epilépticos, dando margem a distúrbios outros: digestivos, circulatórios, nervosos que podem produzir lesões irreversíveis, graves.

A dependência e continuidade do vício conduz ao delirium tremens, resultante da cronicidade do alcoolismo, gerando psicoses, alucinações várias que culminam no suicídio, no homicídio, na loucura irrecuperável.

Mesmo em tal caso, a constrição obsessiva segue o seu curso lamentável, já que, não obstante destrambelhadas as aparelhagens do corpo, o espírito encarnado continua a ser dominado pelos seus algozes impenitentes em justas de difícil narração…

Além dos danos sociais que o alcoolismo produz, engendrando a perturbação da ordem, a queda da natalidade, a incidência de crimes vários, a decadência econômica e moral, é enfermidade espiritual que o vero Cristianismo erradicará da Terra, quando a moral evangélica legítima substituir a débil moral social, conveniente e torpe.

Ao Espiritismo cumpre o dever de realizar a psicoterapia valiosa junto a tais enfermos e, principalmente, a medida preventiva pelos ensinos corretos de como viver-se em atitude consentânea com as diretrizes da Vida Maior.

Livro: Calvário de Libertação. Psicografia de Divaldo Franco 

Do site O Espiritismo

A lei do progresso, fomentando as inevitáveis conquistas do processo da evolução do homem e das comunidades, confirma a assertiva do Cristo, quando elucida que “o Pai não deseja a morte do pecador, mas, sim, a do pecado”.

A herança ancestral, procedente das experiências primevas por onde transita o princípio espiritual, se demora, em mecanismo atávico, jugulando o ser aos hábitos infelizes, que lhe constituem a natureza animal, inferior.

À força da educação e sob o império das necessidades de superar os sofrimentos e deles liberar-se em definitivo, somente assim galga os degraus do aperfeiçoamento moral, modificando o meio ambiente e as estruturas em que se apóia, gerando condições novas propiciatórias do próprio desenvolvimento.

A cultura e as artes, as ciências e a tecnologia vêm em seu apoio, promovendo os valores de que se utiliza e através dos quais conquista os títulos de enobrecimento e de paz.

Certamente, ainda não se vive, na Terra, uma sociedade justa, onde a miséria de vário porte haja cedido lugar à abundância, ou vigorem os direitos humanos.

Igualmente, medeiam ainda muitos males, desde as contínuas ondas de violência promotora de guerras, como infortúnios que resultem da desatenção e desrespeito, aos superiores Códigos de equilíbrio que regem a vida.

Sem embargo, muitos barbarismos que eram habituais e legislações vazadas na impiedade e na vingança vão cedendo lugar a conceitos mais compatíveis com os fenômenos psicológicos, sociais e econômicos que evitam os crimes.

Já se pode sentir o esforço quase generalizado de povos e nações que estabelecem leis de respeito mútuo como Organizações que propugnam por uma humanidade mais feliz, na qual os seus direitos sejam reconhecidos, assim como os seus deveres sejam cumpridos.

De passo em passo, de experiência em experiência, o progresso moral firma as suas bases, abrindo campo para tentames mais expressivos, portanto, relevantes.

Combate o erro, onde quer que o encontres; no entanto, enseja ao errado a lição educativa.

Insurge-te em atitude contrária ao crime; não obstante, corrige o criminoso.

Opõe-te à violência; mas, acalma o violento.

Reage ao mal de qualquer procedência; entretanto, não te esqueças de socorrer os maus com a tua bondade.

Arrebenta as algemas da ignorância onde se manifeste; todavia, esclarece a vítima necessitada.

Arranca a máscara da hipocrisia onde quer que se apresente; porém, socorre aquele que lhe padece a sanha.

Acusar por acusar ou perseguir por perseguir não resolve o problema que inquieta as criaturas.

O cristão, em geral, e o espírita, em particular, faz mais: ajuda o caído, ao tempo em que invectiva contra os fatores e circunstâncias responsáveis pela sua queda.

Ninguém combate as pragas de uma seara, a fim de condená-la ao abandono.

Não é justo apontar enfermidades sem cuidar dos doentes em aflição.

A atitude correta diante do mal é a prevalência do bem, assim como deve ser o comportamento do crítico, do acusador: a do amparo total e indiscriminado ao equivocado, ao infeliz.

Jesus, que não concordava com o erro em situação nenhuma, jamais deixou de educar, atender, socorrer e amparar os que haviam tombado nas malhas intrincadas da delinqüência.

Vigilante e operoso, todo o Seu ministério é um poema de compreensão e fraternidade com os miseráveis, sem que jamais se vinculasse à miséria.

E o fazia, porque o Pai deseja a salvação do ímpio, ao mesmo tempo em que a impiedade deixe de existir no homem.

Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Franco. 

Do site Caminhos de Luz

Poema de Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Franco. 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

…E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços afagar…
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu…
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu…
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
…E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

O hábito da lamentação e da queixa torna-se, cada vez mais, razão de pessimismo e perturbação.

Caracterizando um comportamento enfermiço, generaliza-se, contagioso, arrastando multidões ao desânimo ou açulando temperamentos rebeldes para a violência, em tentativas infelizes de desviar o curso dos acontecimentos e as circunstâncias que condenam com acrimônia.

Possuindo uma óptica distorcida sobre a realidade, todo aquele que cultiva a queixa sistemática apura a observação exclusivamente direcionada para o lado negativo dos fatos, comprazendo-se em invectivar, apresentando-se como vítima inocente de tudo quanto lhe sucede, sem anotar as inumeráveis faces positivas e concessões que lhe são oferecidas pela Vida, em uma rude forma de ingratidão com suas conseqüências infelizes.

Vivendo o pessimismo, que se deriva da autocomiseração, compraz-se em atormentar-se, passando a atormentar também as criaturas incautas, que se lhe associam, contagiando-os com os miasmas venenosos, assim aumentando o número de deprimidos, torpeadores dos ideais de enobrecimento humano.

Mediante essa atitude mais se agravam os fatos censuráveis, equivocados, quando o correto seria abandonar a crítica derrotista, contribuindo em favor da retificação dos erros, alterando assim o rumo dos sucessos prejudiciais.

De tal maneira se agrava esse comportamento que, tais indivíduos, ao invés de promoverem estímulos à saúde, os seus comentários cingem-se sempre à valorização das doenças.

Detalham o quadro das enfermidades de que se dizem objeto, real ou imaginariamente, cultivando o pessimismo quanto à provável recuperação, não tendo em conta a contribuição da mente saudável agindo sobre os implementos celulares, os delicados mecanismos nervosos, os sutis equipamentos cerebrais que, dessa maneira, lhes sofrem as descargas vibratórias mefíticas.

A conduta pessimista constitui vício grave do Espírito comprometido com a própria consciência.

O fenômeno natural da vida é a saúde. A enfermidade constitui distúrbio da conduta moral, que a alma insculpe nas delicadas tecelagens orgânicas solicitando reparação.

Quando não considerada com o respeito que merece, essa distonia dos fenômenos vitais dá lugar à instalação da doença. Somente quando o campo vibratório do ser humano está em desarmonia, em razão dos referidos fatores profundos, a fauna e a flora microbiana se instalam, produzindo a degenerescência.

A vida avança para a plenitude.

Tudo contribui para o crescimento e a sublimação do ser.

Aspirar por alcançar as cumeadas da evolução é impulso do pensamento; consegui-lo, é resultado do esforço pela ação.

Tendo-se em vista as admiráveis dádivas de Deus ao ser humano, descobre-se que os limites e as dificuldades que surgem pelo caminho são também desafios que devem ser vencidos a esforço pessoal e com satisfação.

A queixa complica o quadro da realização, e o pessimismo é tóxico que termina por vitimar aquele que o cultiva.

Fadado à glória estelar, o Espírito ascende etapa a etapa, trabalhando-se, ora através das conquistas intelecto-morais, noutras vezes vivenciando as experiências dos sofrimentos, que fixam as lições da vida indelevelmente, contribuindo para tentames mais nobres e elevados.

Confiança em Deus, otimismo e alegria de viver, devem ser os recursos valiosos que se pode utilizar para libertar-se dos atávicos comportamentos pessimistas, que devem ser abandonados em favor da auto-realização, da autoplenificação.

Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco

Do site Caminhos de Luz

“Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?”

ANENCEFALIA

Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.

De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.

O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.

Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.

Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.

Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.

Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.

Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.

Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.

Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes…

Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.

Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila…

Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.

* * * * * *

É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.

Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral.

Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.

Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central…

Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.

Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual…

Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.

Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.

Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.

Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.

… E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.

Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade…

A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.

As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.

Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?

O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…

* * * * * *

Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.

Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?

Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.

Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade.

Joanna de Ângelis.

Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.

Do site “O Espiritismo

“A ignorância é mãe de muitos males que afligem a criatura humana e responde por inúmeros crimes que se alastram na sociedade. Em razão de não estar informada em torno dos deveres humanos e espirituais da criatura, a ignorância investe, audaciosa, disseminando a agressividade e o estupor, mantendo o primarismo e comprazendo-se nas atitudes infelizes.

Uma palavra esclarecida pode conduzir as pessoas ao superior destino para o qual estão rumando. Mediante informações equilibradas e saudáveis, podes esparzir esperança e alegria de viver, proporcionando encantamento e liberdade de ação.

Por meio do luminoso esclarecimento, renascem no imo daquele que o recebe a coragem e a alegria de encontrar-se em processo de reparação dos erros praticados ontem ou remotamente, dignificando-se perante a própria consciência, assim como diante da Consciência Cósmica.

Quando as dores de qualquer matiz encontram agasalho no recesso dos seres e esses não identificam a sua finalidade, não entendendo a lei de causa e efeito, elas transformam-se em látego impiedoso que dilacera a alma, atirando as suas vítimas no calabouço da revolta e do desespero. Sem o amparo da compreensão, o nada se apresenta como sendo a solução, abrindo as portas para o suicídio nefando….

O ser esclarecido não mais se permite a dúvida em torno da imortalidade, na qual se encontra mergulhado, seja no corpo ou fora dele, mantendo contato com os Espíritos que o precederam no retorno ao país de origem e aguardando o seu momento de também volver….

Esclarecido em torno do significado existencial, dos objetivos de que a reencarnação é portadora, o ser humano desperta para a compreensão da terrestre caminhada , experimentando inexprimível alegria de viver conscientemente.

Aquele que se esclarece em torno da vida espiritual encontra um tesouro que pode multiplicar, mimetizando todos os outros que se lhe acercam, ao tempo que diminui a densidade miasmática predominante.

A palavra de amor e de esclarecimento que nasce nas emoções da solidariedade e da compaixão transforma-se em estrela luminífera, mantendo claridade esfuziante à sua volta”.

Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Entrega-te a DEUS

Do site O Espiritismo

A calúnia afetou o teu comportamento, desanimando-te, porque lhe deste ouvido.

A maledicência causou-te danos porque lhe permitiste consideração.

A perturbação alcançou os teus ideais, porque fizeste uma pausa para conceder-lhe cidadania.

O ódio te macerou, porque o agasalhaste no amor-próprio ferido.

A disputa desgostou-te o trabalho, porque te permitiste engalfinhar na peleja imprópria.

A dúvida se estabeleceu em teus painéis mentais, porque paraste na ação, perdendo tempo de alto valor.

Os acusadores estão sempre em faixa inferior de vibração.
Concedeste-lhes atenção demasiada, esperando que a opinião geral fosse a teu favor e descuraste de auscultar a opinião de Deus.

Se trabalhas no bem e te acusam; se és generoso e te denominam estroina; se és humilde e te chamam parvo; se és disciplinado e te apontam como rigoroso; se és cumpridor dos deveres e te execram por isso; se insistes na prece e na ação evangélica, e te menosprezam, esta é a opinião dos ociosos e dos fiscais da vida alheia, no entanto, não é o conceito que de ti faz o Pai de Misericórdia.

Não te detenhas.
Não te deixes afligir pelas opiniões desencontradas que te chegam, gerando sombra ou tumulto.

Acata as sugestões que conclamam à ordem, que inspiram a paz e fomentam o progresso, sem extravagância nem acusação.
Sempre houve e haverá aqueles que produzem e aqueloutros que apenas opinam, acusam e perseguem.
Todos passam, mas a obra dos realizadores permanece, desafiadora, tempos a fora, felicitando as vidas em nome do Bem.

Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Pereira Franco
Do blog “Espírita na Net”

Senhor:

Somos aqueles trabalhadores da última hora, necessitados do Teu carinho e da Tua compaixão.

Estamos dispostos à lavoura do bem, nada obstante encontramo-nos na dependência de muitos fatores que procedem do passado espiritual.

Tu prometeste que, no momento quando duas ou mais pessoas se reunissem em Teu nome, far-Te-ias presente entre elas. Eis-nos aqui, entrelaçando emoções, procurando o caminho seguro para chegarmos à fonte inexaurível da Tua misericórdia, Companheiro sublime, que nunca nos deixas a sós.

Vivenciando a Tua mensagem conforme as nossas limitações, aguardamos que a Tua condução de Pastor leve-nos ao divino aprisco embora a nossa retentiva na retaguarda.

Filhos da alma:

Tende bom ânimo, mantendo a certeza de que nunca estareis a sós.

Aqueles que atendem ao divino chamado vinculam-se ao Condutor Celeste.

Obstáculos e provações fazem parte do processo evolutivo.

Os metais, para suportarem as intempéries, passam pela aspereza do fogo, assim como a argila que, para resistir, sofre a fornalha, e a madeira, para submeter-se, experimenta os cortes lancinantes nas suas fibras…

A gema, que reflete a estrela, sofreu a lapidação.

Também a alma, meus filhos, depois dos camartelos do sofrimento e das asperezas que lhe retiram as imperfeições, passa a refletir a Estrela polar do amor.

Nunca vos desespereis! …

Existem Benfeitores queridos que vos assessoram, que participam das vossas noites insones e das angústias dos vossos corações.

Aprendei a ouvi-los, sintonizando com esses anjos tutelares através da oração, pelo pensamento voltado para o Bem.

O Senhor da Vida, que a todos nos conhece, levar-nos-á com segurança ao porto da paz, se permitirmos que Ele conduza a barca do nosso destino.

Confiai em Deus, meus filhos, entregando-vos ao comando do Seu Filho que é o nosso Mestre e Guia.

Temos estado em nossa Casa aqui, com os companheiros devotados à ação inefável do Bem.

Prossegui!

Não vos atemorize a noite, nem vos produza receio a tormenta.

Tudo passa e o Bem permanece.

Vimos hoje ter convosco para vos alentarmos na luta, a fim de que prossigais intimoratos no Bem.

Jesus confia em nós!

Retribuamos essa confiança mediante o serviço no Bem, rogando a Ele, nosso excelso Mentor, que nos abençoe e nos guarde.

Sou o servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra de Menezes.

Mensagem psicofônica que encerrou a Conferência proferida pelo médium Divaldo Pereira Franco, em data de 20.10.2006, na Associação Espírita de Quarteira, Portugal, Grupo O Consolador.
Do site: http://www.divaldofranco.com/mensagens.php?not=78

Reserva-te o direito de permanecer indiferente às provocações de qualquer natureza.
Numa época de insensatez como esta, o mal anda em liberdade, seduzindo os incautos.
Aqui, é a ira dos outros que te agride.
Ali, está o sexo sem freio que te sensibiliza.
Acolá, eis a ambição que te desperta o interesse.
Próximo se encontra o vício, enredando vítimas.
Em torno de ti, a diversão perturbadora campeia.
Por toda parte, a vitória do crime e da dissolução dos costumes multiplica os seus tentáculos qual polvo cruel e dominador.
Olha essas facilidades como sendo a estrada de espinhos venenosos que a grama verde e agradável esconde no chão, e não te permitas pôr-lhes os pés, evitando-te os acidentes de efeitos danosos.

Joanna de Ângelis. Psicografia de Divaldo Franco.

Do site O Espiritismo

A problemática da felicidade encontra solução eficaz no comportamento íntimo do indivíduo em relação à vida.

Por que transferir para o futuro o momento de ser feliz, quando se pensa em conseguir determinados valores, que possivelmente não lograrão completar o quadro de harmonia e ventura pessoal?

Pode-se e deve-se ser feliz em cada instante, pois tal conquista procede do estado de espírito e não dos recursos materiais amealhados de que se pode dispor.

O dinheiro soluciona alguns problemas; projeta a personalidade; promove socialmente o indivíduo, mas não resolve as situações interiores, nas quais estão as bases da harmonia como do desequilíbrio.

É necessário valorizar-se o que realmente pode proporcionar a felicidade e não os seus acessórios. Digamos, então, que esta é um estado mental, variando de pessoa para pessoa, conforme o seu grau de evolução, portanto, a sua aspiração maior.

As conquistas materiais não dispõem do poder de fazer as criaturas felizes. Podem diminuir-lhes a aflição, atender a algumas necessidades, minorar amarguras, gerar bem-estar e conforto…

Esperando-se conseguir o beneplácito da felicidade, mediante as dádivas da cornucópia da fortuna, por exemplo, perdem-se muitos instantes felizes que dificilmente retornarão.

Essa felicidade dourada, sem preocupações, ociosa, não existe; é miragem que se dilui ante a realidade.

Podes conseguir o estado mental de felicidade permanente, crendo que ela é propiciada pelo amor a Deus, que a deposita no escrínio dos teus sentimentos, a fim de que aí a desdobres, brindando às demais pessoas.

Assim, não obstante as mudanças e circunstâncias em que te encontres, alterando o ritmo dos assuntos e acontecimentos externos, ela permanecerá contigo, porque está em ti.

O vendaval das paixões não a expulsa;

a frialdade do abandono não a empalidece;

o granizo da ofensa não a fere;

o ouro das ambições não a entorpece;

o fogo das lutas cruzadas não a atinge.

Ela permanece serena, e qual chama abençoada, com a sua luz aponta o caminho seguro a seguir. aclamando as ansiedades do coração.

A felicidade plena e compensadora não é deste mundo. No entanto, germina e se desenvolve enquanto o Espírito avança pela estrada reencarnacionista, graças às ações desenvolvidas e ao comportamento mantido.

Reservada para o “reino dos céus”, é indispensável que o homem lhe conduza as matrizes íntimas mediante as quais se desvela no momento oportuno.

Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Pereira Franco

Do site O Espiritismo

Filhas e filhos da alma:
Que Jesus vos abençoe!
Urge aproveiteis a presente reencarnação a fim de alcançardes a paz.

Vindes peregrinando por tormentosas experiências que hoje se refletem em colheita de aflições.

Transitastes por veredas quase impérvias, assinalando-as com a insensatez em forma de deboche em relação às Divinas Leis, e de desrespeito à oportunidade libertadora.

Recebestes o legado da Verdade, através da abnegação de luminares da Espiritualidade que, nos diferentes evos da História, assinalaram as conquistas humanas com a revelação imortalista, e, nada obstante, deixastes em plano secundário a proposta de iluminação interior, ante o prazer mesquinho e alucinante do gozo imediato e voraz.

Recebestes do exemplo de Jesus a mensagem incomparável do Reino dos Céus, e trocastes a diretriz libertadora pelos engodos terrestres.

Conhecestes mártires e apóstolos, com alguns dos quais convivestes.

Ouvistes o cântico de Assis e despertastes no Renascimento com a beleza da literatura e da arte, do conhecimento e das novas expressões de vida, para mergulhardes no abismo dos equívocos, transformando harmonia em desastre e equilíbrio em perturbação.

Veio Allan Kardec, o Apóstolo da Nova Era e reacendeu a pira para que a Verdade pudesse iluminar a grande noite, quando a ciência e a tecnologia, a filosofia e a ética davam-se as mãos para conduzir a sociedade, distantes do sentimento de religiosidade e de certeza na Imortalidade.

…E a Mensagem vos fascina.
Hoje, porém, filhas e filhos da alma, é o momento de a tomardes como pão que vitaliza a alma, introjetando-a para a viverdes intensamente.

Já não se justificam as calamitosas situações de ontem, nem existem desculpas para novos desaires.

No passado, recebestes informações, mas hoje tendes os fatos que anulam todas e quaisquer propostas que se lhes opõem.

Esta reencarnação tem um profundo sentido libertador para vós e assim o dizemos porque somos, pessoalmente, o exemplo de todos esses equívocos que a mensagem da Doutrina Espírita libertou.

Também percorri as mesmas veredas que vós outros, acumulando graves consequências que o Evangelho de Jesus, interpretado pela mensagem espírita, conseguiu diluir, ensejando-me renovação.

É por isto que, ostentando as condecorações do sofrimento na alma que se recupera de gravames, aqui estou como porta-voz dos Espíritos espíritas que mourejaram na Federação Espírita do Paraná e na Pátria do Evangelho para conclamar a que segui intimoratos e intemeratos, sem olhar para trás, sem temer.

Não recalcitreis ante o aguilhão que vos impulsiona ao avanço.

Não temais as situações dolorosas que certamente enfrentareis como parte do processo de elevação.

Segui confiantes, instaurando na Terra o Reino de Deus através da vossa dedicação.

O progresso é inestancável.
Conosco, sem nós ou apesar de nós, a fatalidade da perfeição será alcançada.

Não adiemos sine die esse momento de felicidade.

Encorajados pela certeza da sobrevivência e recordando os dislates das experiências transatas, programemos os futuros renascimentos em clima de paz, de amor, de fraternidade e de justiça.

Ide, pois, amados do coração, levando o archote que iluminará os vossos caminhos e ensejará claridade para os que vierem depois.

Imolai-vos, se necessário.
É vã a satisfação que passa e permanente a paz de consciência que se estabelece.

Incompreendidos, compreendei.
Malsinados, ajudai.
Desafiados pelos graves problemas deste momento na Terra, porfiai no Bem.

Jesus espera por nós!
Vamos, resolutos, vencendo as nossas dificuldades, mas avançando sempre.

Eia, esta é a vossa, é a nossa hora de decisão!
Entreguemo-nos ao Senhor, que desde há muitos milênios Se nos entregou em regime de totalidade.

Ide em paz, filhas e filhos da alma, e que o Senhor da Vida nos abençoe e nos guarde no Seu amor.

São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra.

Médium: Divaldo Franco. Espírito: Bezerra de Menezes. Do site www.divaldofranco.com .

Meus filhos,

Já não vos digo amanhã. O Evangelho do Senhor conclama-nos: Eia, agora!
Agora é o santo momento de ajudar.
Arregacemos as mangas da camisa da alma e sirvamos, sem cansaço, sem fastio.
Assumimos um compromisso, antes do berço, que é o de restaurar, na Terra sofrida, o Reino dos Céus, conforme preconizado por Jesus.
Muitas vezes, em nosso passado, fizemos parte dos heróis. da Era Nova, sem que tivéssemos tido forças para porfiar até o fim e debandamos.
Volvemos, mais de uma vez, à Seara libertadora e, por razões do egoísmo e da insânia que nos atrelavam a um instinto perverso, falhamos em nossos compromissos iluminativos.
Ouvimos o verbo quente e doce do pobrezinho de Assis, encaminhando-nos a Jesus e, tão logo ele retornou ao Reino, edificamos monumentos de pedras adornados de ouro, longe dos leprosos de Rivotorto e dos pobrezinhos a quem ele tanto amava, traindo-lhe a confiança.
Com Allan Kardec aprendemos o amor racional e deslumbramo-nos com a Doutrina firmada na Ciência e na Razão.
A nossa atitude não pode ser decepcionante. Temos compromisso com a Verdade, de cujo conteúdo conseguimos insculpir, no íntimo, algumas das expressões mais belas.
Outra alternativa não existe senão, meus filhos, viver Jesus, neste momento de Mamon, neste momento de loucura e de constrições perturbadoras.
Nós, os Espíritos espíritas, que mourejamos na seara da Revelação Kardequiana, estamos de pé, como vós outros, para juntos entoarmos o hino de exaltação à vida, enquanto as mãos operam na caridade que dignifica através do amor que santifica as vidas.
Prossegui! Mantende-vos coerentes com as lições que vos empolgam a alma e deixai que o Senhor da vida vos conduza, com segurança, ao sublime destino da plenitude.
São os nossos votos.
Vossos amigos espirituais, que me fizeram intérprete do seu pensamento, afagam-vos com delicadeza e afetividade.
Ide em paz! Tomai da charrua e porfiai com abnegação!
São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra

Médium: Divaldo Franco. Espírito: Bezerra de Menezes. Do site www.divaldofranco.com .

***

FELIZ NATAL A TODOS!

Muita alegria, saúde e paz!

É o que deseja, com muito carinho,

a Equipe do Blog Meditando

“Sabe ele (o Paganismo) muito bem que está errado, mas isso não o abala, porquanto a verdadeira fé não lhe está
na alma. O que mais teme á a luz, que dá vista aos cegos.”
(Allan Kardec, E.S.E. Cap. XXIII, Item 14)

Mesmo que você esteja com a razão, escute em silêncio a reprimenda injustificada.
Ouvir para examinar é oportunidade de aprendizado e experiência.

*

Mesmo que a lição lhe amargure o Espírito, receba como dádiva preciosa.

Antes uma verdade que que magoa, mas salva, do que uma ilusão que agrada e se desvanece.

*

Mesmo que você seja chamado ao debate em nome da causa que ama, desculpe-se e prossiga na ação.

Muitas palavras exaltam poucas razões.

*

Mesmo que a dor se constitua parceria única de seus labores evangélicos, prossiga resoluto.

O cinzel que fere a pedra, dela arranca a escultura valiosa.

*

Mesmo que a espada invisível da calúnia abra feridas em seu coração, continue animado.

O bem é luz inapagável.

*

Mesmo que a urna sombria do “eu” apele para que você viva somente para você, arrebente a grilheta e ajude a comunidade naquele que segue a seu lado.

A ostra mais resistente, em solidão, despedaça-se de encontro aos recifes do mar imenso.

*

Mesmo que a luta pareça inútil, confie no valor da perseverança que sabe agir.

Os pólens de uma única flor são suficientes para multiplicá-la indefinidamente, embelezando a Natureza.

*

Mesmo que o fel da amargura verta em seus lábios, cada noite, o acre sabor do desespero, desperte, no dia seguinte, abençoando a aurora.

Quem contempla uma noite de vendaval acreditará na impossibilidade de um claro sol na manhã porvindoura. No entanto…

*

Mesmo que o alarde da maledicência empane a claridade de sua luz, não revide mal por mal.

A árvore ultralada responde à ofensa com produtividade.

*

Mesmo que seus sonhos formosos de assistência fraternal e socorro cristão se transformem em pesadelos aflitivos nos dias de atividade, siga adiante, confiando intimorato.

Considerado pelos familiares, em Nazaré, como embusteiro e endemoniado, o Mestre prosseguiu no ministério da Verdade, alargando as possibilidades da Boa Nova no vergel desfeito dos corações humanos, para, na cruz, atestar a suprem a vitória do amor como única via de “luz que dá vista aos cegos” e enseja libertação para o Espírito sedento de imortalidade.

* * *

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Glossário Espírita-Cristão.
Ditado pelo Espírito Marco Prisco.
4a edição. Salvador, BA: LEAL, 1993.

Do Portal do Espírito

Empenha-te ao máximo para tornar tua vida agradável a ti mesmo e aos outros.

É importante que, tudo quanto faças, apresente um significado positivo, motivador de novos estímulos para o prosseguimento da tua existência, que se deve caracterizar por experiências enriquecedoras.

Se as pessoas que te cercam não concordarem com a tua opção de ser feliz, não te descoroçoes, e, sem qualquer agressão, continua gerando bem-estar.

És a única pessoa com quem contarás para estar contigo, desde o berço até o túmulo, e, depois dele, como resultado dos teus atos…

Gerar simpatia, produzindo estímulos otimistas para ti mesmo, representa um crescimento emocional significativo, a maturidade psicológica em pleno desabrochar.

É relevante que o teu comportamento produza um intercâmbio agradável, caricioso, com as demais pessoas. No entanto, se não te comprazer, transformar-se-á em tormento, induzindo-te a atitudes perturbadoras, desonestas.

Tuas mudanças e atitudes afetam aqueles com os quais convives. É natural, portanto, que te plenificando brindem-te com mais recursos para a geração de alegrias em volta de ti.

Todos os grandes líderes da Humanidade lutaram até lograr sua meta – alcançar o que haviam elegido como felicidade, como fundamental para a contínua busca.

Buda renunciou a todo conforto principesco para atingir a iluminação.

Maomé sofreu perseguições e permaneceu indômito até lograr sua meta.

Gandhi foi preso inúmeras vezes, sem reagir, fiel aos planos da não-violência e da liberdade para o seu povo.

E Jesus preferiu a cruz infamante à mudança de comportamento fixado no amor.

Todos quanto anelam pela integração com a Consciência Cósmica geram simpatia e animosidade no mundo, estando sempre a braços com os sentimentos desencontrados dos outros, porém fiéis a si mesmos, com quem sempre contam, tanto quanto, naturalmente, com Deus.

*

Quando se elege uma existência enriquecida de paz e bem-estar, não se está eximindo ao sofrimento, às lutas, às dificuldades que aparecem. Pelo contrário, eles sempre surgem como desafios perturbadores, que a pessoa deve enfrentar, sem perder o rumo nem alterar o prazer que experimenta na preservação do comportamento elegido. Transforma, dessa maneira, os estímulos afligentes em contribuição positiva, não se lamentando, não sofrendo, não desistindo.

Quem, na luta, apenas vê sofrimento, possui conduta patológica, necessitando de tratamento adequado.

A vida é benção, e deve ser mantida saudável, alegre, promissora, mesmo quando sob a injunção libertadora de provas e expiações.

Tornando tua vida agradável, serão frutíferos e ensolarados todos os teus dias.

Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Pereira Franco
Do site da Instituição Espírita Joanna de Ângelis

Em todos os passos da vida, a calma é convidada a estar presente.

Aqui, é uma pessoa tresvairada, que te agride…

Ali, é uma circunstância infeliz, que gera dificuldade…

Acolá, é uma ameaça de insucesso na atividade programada…

Adiante, é uma incompreensão urdindo males contra os teus esforços…

É necessário ter calma sempre.

A calma é filha dileta da confiança em Deus e na Sua justiça, a expressar-se numa conduta reta que responde por uma atitude mental harmonizada.

Quando não se age com incorreção, não há por que temer-se acontecimento infeliz.

A irritação, alma gêmea da instabilidade emocional, é responsável por danos, ainda não avaliados, na conduta moral e emocional da criatura.

A calma inspira a melhor maneira de agir, e sabe aguardar o momento próprio para atuar, propiciando os meios para a ação correta.

Não antecipa, nem retarda.

Soluciona os desafios, beneficiando aqueles que se desequilibram e sofrem.

Preserva-te em calma, aconteça o que acontecer.

Aprendendo a agir com amor e misericórdia em favor do outro, o teu próximo, ou da circunstância aziaga, possuirás a calma inspiradora da paz e do êxito.

Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Pereira Franco

Do site Portal do Espírito 

Tendências viciosas como impulsos para a virtude procedem, sim, do Espírito, agente determinante do comportamento humano.

Não podendo a organização celular definir estados psicológicos e emocionais, estes obedecem às impressões espirituais de que se encharcam, exteriorizando-se como fatores propelentes para uma ou outra atitude.

Destituída de espontaneidade, exceto dos fenômenos que lhe são inerentes, graças aos automatismos atávicos, a matéria orgânica é resultado das aquisições eternas do Espírito que dela se veste para as experiências da evolução.

A hereditariedade vigente nos mapas dos genes e dos cromossomas encarrega-se de transmitir inúmeros caracteres morfológicos, fisiológicos, sem exercer preponderância fundamental nos arcabouços psicológicos e morais, que pertencem ao ser espiritual, modelador das necessidades inerentes ao progresso e fomentador dos recursos que se lhe fazem indispensáveis a esse processo de crescimento a que se destina.

Descartar-se o valor dos implementos espirituais nos fenômenos comportamentais do homem, é uma tentativa de reduzi-lo a um amontoado de tecidos frágeis que o acaso organiza e desmantela ao próprio talante.

A vida pessoal escreve nas experiências de cada ser as diretrizes para as suas conquistas futuras.

Vícios e delitos ignóbeis, virtudes sacrificiais e abnegação, pertencem à alma que os externa nos momentos hábeis conforme o seu estágio evolutivo.

Vicente de Paulo e Francisco de Sales, fascinados pelo amor aos infelizes, liberaram as altas forças que lhes jaziam inatas, a serviço da caridade e da dedicação sem limite.

Ana Nery e Eunice Weaver, sensibilizadas pelo sofrimento humano, esqueceram-se de si mesmas e dedicaram-se, a primeira, aos combatentes feridos, e a segunda, à salvação dos filhos sadios dos hansenianos.

Eichmann e inúmeros carrascos nazistas acariciavam, comovidos, os filhinhos, após enviarem, cada dia, milhares de outras crianças e adultos aos fornos crematórios em inúmeros lugares dos países subjugados.

Tamerlão incendiava as cidades conquistadas, após degolar os sobreviventes, para depois dormir tranqüilo ao lado daqueles a quem amava.

Homens e mulheres virtuosos, sempre revelaram o alto grau de amor que lhes jazia em latência, da mesma forma que sicários e criminosos sanguissedentos deixaram transparecer a crueldade assassina desde os primeiros anos de infância…

As exceções demonstram o poder da vontade, que é manifestação do Espírito, quando acionada, propelindo para uma ou para outra atitude.

O hábito vicioso arraigado remanesce, impondo de uma para outra reencarnação suas características, assim impelindo o homem para manter a sua continuidade.

Da mesma forma, os salutares esforços no bem e na virtude ressumam dos refolhos da alma, e conduzem vitoriosos aos labores de edificação.

Toda ação atual, portanto, tem as suas matrizes em outras que as precedem, impressas nos arquivos profundos do ser.

Estás, na Terra, com a finalidade de abrir sepulturas para os vícios e dar asas às virtudes.

Substituindo o mau pelo bom hábito, o equivocado pelo correto labor, corrigirás a inclinação moral negativa, criando condicionamentos sadios que se apresentarão como virtudes a felicitar-te a vida.

Teus vícios de hoje, transforma-os, no teu mundo íntimo, em virtudes para amanhã ao teu alcance desde agora.

Libera-te pois, com esforço e valor moral, do mau gênio que permanece dominador, das paixões perturbadoras que te inquietam, e renova-te para o bem, pelo bem que flui do Eterno Bem.

Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Pereira Franco
Do site “O Espiritismo”

As síndromes de infelicidade cultivada tornam-se estados patológicos mais profundos de nostalgia, que induzem à depressão.
O ser humano tem necessidade de auto-expressão, e isso somente é possível quando se sente livre.
Vitimado pela insegurança e pelo arrependimento, torna-se joguete da nostalgia e da depressão, perdendo a liberdade de movimentos, de ação e de aspiração, face ao estado sombrio em que se homizia.
A nostalgia reflete evocações inconscientes, que parecem haver sido ricas de momentos felizes, que não mais se experimentam. Pode proceder de existências transatas do Espírito, que ora as recapitula nos recônditos profundos do ser. lamentando, sem dar-se conta, não mais as fruir; ou de ocorrências da atual.
Toda perda de bens e de dádivas de prazer, de júbilos, que já não retornam, produzem estados nostálgicos. Não obstante, essa apresentação inicial é saudável, porque expressa equilíbrio, oscilar das emoções dentro de parâmetros perfeitamente naturais. Quando porém, se incorpora ao dia-a-dia, gerando tristeza e pessimismo, torna-se distúrbio que se agrava na razão direta em que reincide no comportamento emocional.
A depressão é sempre uma forma patológica do estado nostálgico.
Esse deperecimento emocional, fez-se também corporal, já que se entrelaçam os fenômenos físicos e psicológicos.
A depressão é acompanhada, quase sempre, da perda da fé em si mesmo, nas demais pessoas e em Deus… Os postulados religiosos não conseguem permanecer gerando equilíbrio, porque se esfacelam ante as reações aflitivas do organismo físico. Não se acreditar capaz de reagir ao estado crepuscular, caracteriza a gravidade do transtorno emocional.
Tenha-se em mente um instrumento qualquer. Quando harmonizado, com as peças ajustadas, produz, sendo utilizado com precisão na função que lhe diz respeito. Quando apresenta qualquer irregularidade mecânica, perde a qualidade operacional. Se a deficiência é grave, apresentando-se em alguma peça relevante, para nada mais serve.
Do mesmo modo, a depressão tem a sua repercussão orgânica ou vice-versa. Um equipamento desorganizado não pode produzir como seria de desejar. Assim, o corpo em desajuste leva a estados emocionais irregulares, tanto quanto esses produzem sensações e enarmonias perturbadoras na conduta psicológica.
No seu início, a depressão se apresenta como desinteresse pelas coisas e pessoas que antes tinham sentido existencial, atividades que estimulavam à luta, realizações que eram motivadoras para o sentido da vida.
À medida que se agrava, a alienação faz que o paciente se encontre em um lugar onde não está a sua realidade.
Poderá deter-se em qualquer situação sem que participe da ocorrência, olhar distante e a mente sem ação, fixada na própria compaixão, na descrença da recuperação da saúde. Normalmente, porém, a grande maioria de depressivos pode conservar a rotina da vida, embora sob expressivo esforço, acreditando-se incapaz de resistir à situação vexatória, desagradável, por muito tempo.
Num estado saudável, o indivíduo sente-se bem, experimentando também dor, tristeza, nostalgia, ansiedade, já que esse oscilar da normalidade é característica dela mesma. Todavia, quando tais ocorrências produzem infelicidade, apresentando-se como verdadeiras desgraças, eis que a depressão se está fixando, tomando corpo lentamente, em forma de reação ao mundo e a todos os seus elementos.
A doença emocional, desse modo, apresenta-se em ambos os níveis da personalidade humana: corpo e mente.
O som provém do instrumento. O que ao segundo afeta, reflete-se no primeiro, na sua qualidade de exteriorização.
Idéias demoradamente recalcadas, que se negam a externar-se – tristezas, incertezas, medos, ciúmes, ansiedades – contribuem para estados nostálgicos e depressões, que somente podem ser resolvidos, à medida que sejam liberados, deixando a área psicológica em que se refugiam e libertando-a da carga emocional perturbadora.
Toda castração, toda repressão produz efeitos devastadores no comportamento emocional, dando campo à instalação de desordens da personalidade, dentre as quais se destaca a depressão.
É imprescindível, portanto, que o paciente entre em contato com o seu conflito, que o libere, desse modo superando o estado depressivo.
Noutras vezes, a perda dos sentimentos, a fuga para uma aparência indiferente diante das desgraças próprias ou alheias, um falso estoicismo contribuem para que o fechar-se em si mesmo, se transforme em um permanente estado de depressão, por negar-se a amar, embora reclamando da falta de amor dos outros.
Diante de alguém que realmente se interesse pelo seu problema, o paciente pode experimentar uma explosão de lágrimas, todavia, se não estiver interessado profundamente em desembaraçar-se da couraça retentiva, fechando-se outra vez para prosseguir na atitude estóica em que se apraz, negando o mundo e as ocorrências desagradáveis, permanecerá ilhado no transtorno depressivo.
Nem sempre a depressão se expressará de forma autodestrutiva, mas com estado de coração pesado ou preso, disfarçando o esforço que se faz para a rotina cotidiana, ante as correntes que prostram no leito e ali retêm.
Para que se logre prosseguir, é comum ao paciente a adoção de uma atitude de rigidez, de determinação e desinteresse pela sua vida interna, afivelando uma máscara ao rosto, que se apresenta patibular, e podem ser percebidas no corpo essas decisões em forma de rigidez, falta de movimentos harmônicos…
Ainda podemos relacionar como psicogênese de alguns estados depressivos com impulsos suicidas, a conclusão a que o indivíduo chega, considerando-se um fracasso na sua condição, masculina ou feminina, determinando-se por não continuar a existência. A situação se torna mais grave, quando se acerca de uma idade especial, 35 ou 40 anos, um pouco mais, um pouco menos, e lhe parece que não conseguiu o que anelava, não se havendo realizado em tal ou qual área, embora noutras se encontre muito bem. Essa reflexão autopunitiva dá gênese a estado depressivo com indução ao suicídio.
Esse sentimento de fracasso, de impossibilidade de êxito pode, também, originar-se em alguma agressão ou rejeição na infância, por parte do pai ou da mãe, criando uma negação pelo corpo ou por si mesmo, e, quando de causa sexual, perturbando completamente o amadurecimento e a expressão da libido.
Nesse capítulo, anotamos a forte incidência de fenômenos obsessivos, que podem desencadear o processo depressivo, abrindo espaço para o suicídio, ou se fixando, a partir do transtorno psicótico, direcionando o paciente para a etapa trágica da autodestruição.
Seja, porém, qual for a gênese desses distúrbios, é de relevante importância para o enfermo considerar que não é doente, mas que se encontra em fase de doença, trabalhando-se sem autocomiseração, nem autopunição para reencontrar os objetivos da existência. Sem o esforço pessoal, mui dificilmente será encontrada uma fórmula ideal para o reequilíbrio, mesmo que sob a terapia de neurolépticos.
O encontro com a consciência, através de avaliação das possibilidades que se desenham para o ser, no seu processo evolutivo, tem valor primacial, porque liberta-o da fixação da idéia depressiva, da autocompaixão, facultando campo para a renovação mental e a ação construtora.
Sem dúvida, uma bem orientada disciplina de movimentos corporais, revitalizando os anéis e proporcionando estímulos físicos, contribui de forma valiosa para a libertação dos miasmas que intoxicam os centros de força.
Naturalmente, quando o processo se instala – nostalgia que conduz à depressão – a terapia bioenergética (Reich, commo também a espírita), a logoterapia (Viktor Frankl), ou conforme se apresentem as síndromes, o concurso do psicoterapeuta especializado, bem como de um grupo de ajuda, se fazem indispensáveis.
A eleição do recurso terapêutico deve ser feita pelo paciente, se dispuser da necessária lucidez para tanto, ou a dos familiares, com melhor juízo, a fim de evitar danos compreensíveis, os quais, ocorrendo, geram mais complexidades e dificuldades de recuperação.
Seja, no entanto, qual for a problemática nessa área, a criação de uma psicosfera saudável em torno do paciente, a mudança de fatores psicossociais no lar e mesmo no ambiente de trabalho constituem valiosos recursos para a reconquista da saúde mental e emocional.
O homem é a medida dos seus esforços e lutas interiores para o autocrescimento, para a aquisição das paisagens emocionais.

Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco
Do site “O Espiritismo”

Se caminhas sob chuvas de impropérios e maldições, cultiva a mansidão e exercita a piedade.

Se atravessas provas rudes, assoalhadas por aflições contínuas, guarda-te na mansidão e desenvolve a piedade.

Se sofres agressões prolongadas, que se não justificam, permanece com mansidão e desenvolve a piedade.

Se tombas nas ciladas bem urdidas, propostas por adversários encarnados ou não, mantém-te em mansidão e esparze a piedade.

Se te açodam circunstâncias rudes e tudo parece conspirar contra tuas lutas de redenção, não te descures da mansidão nem da piedade.

Aclamado pelo entusiasmo passageiro de amigos ou admiradores, sustenta a mansidão e insiste na piedade.

Guindado a posições de relevo transitório e requestado pelo momento de ilusão, não te afaste da mansidão da piedade.

Carregado de êxitos terrenos e laureado por enganosas situações, envolve-te na mansidão e não te distancies da piedade.

Recomendado pelas pessoas proeminentes ou procurado pelos triunfos humanos, persevera com mansidão e trabalha com piedade.

Mansidão e piedade em qualquer circunstância, sempre.

A mansidão coloca-te interiormente indene à agressividade dos que se comprazem no mal e a piedade envolve-os em vibrações de amor.

A mansidão faz-te compreender que necessitas de crescimento espiritual e, por enquanto, a dor ainda se torna instrumento educativo. A piedade evita que mágoas ou seqüelas de aborrecimento tisnem os teus ideais de enobrecimento.

A mansidão acalma; a piedade socorre.

Com mansidão seguirás a trilha da humildade e com a piedade prosseguirás retribuindo com o bem a todo e qualquer mal.

A mansidão identifica o cristão e a piedade fala das suas conquistas interiores.

- “Bem-aventurados os mansos e pacificadores – ensinou Jesus – porque eles herdarão a Terra”… feliz do continente da alma imortal.

Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco – da obra “Otimismo”

Abençoa a aflição de agora. Ela te abre as portas do salão da paz.
Agradece a chuva de fel a cair sobre tua cabeça. Ela fertiliza o solo da tua alma para a sementeira da luz.

Rejubila-te com o espinho cravado no coração. Ele te adverte dos perigos iminentes de todos os caminhos.
Sorri ante os obstáculos que te impedem o avanço. Eles expressam o valor da tua resistência que os vence lentamente, à medida que jornadeias em triunfo.

Medita em todas as coisas que causam preocupação e dano e retira da dificuldade a melhor parte, como abençoado adubo para o solo das tuas experiências cristãs.

Nenhuma alma jornadeia na Terra sem a contribuição da dor. Nenhum espírito avança para a luz sem conduzir dificuldades enleadas nos pés. Nenhum ser ascende para Deus sem a travessia do pantanal onde se demoram os homens…

Jesus veio para nortear a Humanidade, porque esta se encontrava perdida, presa ao matagal das paixões.
Todos temos um ontem perdido nos labirintos do crime, a enovelar-nos nas malhas da inquietude que se reflete hoje.

Guarda nalma a alegria inefável que se expressará num amanhã ridente e belo que te espera, após o triunfo sobre as vicissitudes.
Não te desesperes ante o desespero, não te aflijas junto à aflição, não te inquietes ao lado da inquietude, não te atormentes sob tormentos…

A planta que cresce é atraída pela luz, embora repouse sua sustentação na lama das raízes.
A linfa que dessedenta corre aos beijos do sol, embora flua da lama do solo.

O alimento que nutre traz lodo no cerne e o corpo que sustentas é feito de lama.
Mas é com esse material que a alma faz o vasilhame para, realizando a obra do bem, sobreviver.

Não chores, não sofras!

Mantém elevado o pensamento ao Senhor sem te envergonhares.
Alça-te à luz, mesmo que nada representes…

Além da ponte há muitas venturas aguardando por ti.
Além do abismo há luz esfuziante esperando pelo triunfo.

Luta, agora, vence logo.

Não dês tréguas ao mal, mesmo que ele seja partícula ínfima a toldar a visão do teu espírito. Combate-o, sem lhe dares alimento mental.
Todo meio incorreto jamais conduzirá a um fim reto.

Afugente a nostalgia, espanca a tristeza, surra a melancolia com as mãos ativas do trabalho edificante.
Lutar contra tentações mão é somente uma atuação mental; é atividade produtiva na realização do bem.

Realiza tua obra em paz, certo de que estás em Jesus, e seguro de que Jesus está contigo.

E quando tudo parecer esmagar as tuas aspirações e os fardos do mundo pesarem demais sobre os teus ombros lembra-te d’Ele, na manjedoura humilde de desdenhada, para renovar a Humanidade inteira com a claridade inapagável do Seu infinito amor.

Evoca-O nas horas de amargura e sorri agradecendo a bênção do sofrimento.
Só as almas eleitas são tentadas; só elas têm forças para vencerem a tentação.

O cristão não se deve angustiar porque o erro lhe bate à força, nem se deve entristecer porque permitiu que o erro tivesse acesso ao coração… Deve alegrar-se quando expulsa o erro de dentro da casa íntima, mantendo júbilo porque o dominou, conservando a integridade do lar, ao invés de ser dominado pelo desequilíbrio que o afrontava…

Guarda a certeza, alma devotada ao bem, de que Jesus contigo é a vida radiosa e pura em esperança permanente, como mensagem de Deus, em bom ânimo e alento para a tua redenção.

E, disposto a não incidir no capítulo negativo que deve ficar esquecido, reúne as forças e avança resoluto, em demanda da mansão da serenidade que te aguarda, vitorioso, na caminhada do dever.

Da obra “”Espírito e Vida””, de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis.

Insiste na preservação da saúde.
Muitas enfermidades têm origem no temperamento desajustado, nas emoções em desalinho, em influências espirituais negativas.
A ansiedade, o medo, o pessimismo, a ira, o ciúme e o ódio são responsáveis por males que ainda não se encontram catalogados, prejudicando a saúde física, emocional e mental.
Esforça-te por permanecer em paz, cultivando os pensamentos bons, que te propiciarão inestimáveis benefícios.
Conforme preferires mentalmente, assim te será a existência.

Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco

Do site O Espiritismo.com.br

Anúncios publicitários & Direitos autorais:

Anúncios que porventura apareçam no site são de inteira responsabilidade do Wordpress, que é o destinatário dos lucros com eles obtidos, e não têm absolutamente nenhuma relação com o conteúdo ou com os responsáveis pelo Blog Meditando.

Não temos qualquer intenção de lucro com este blog.
***
Complementando o que foi dito acima, afirmamos que o único objetivo deste blog é divulgar a Doutrina Espírita. Buscamos obedecer as leis dos homens, ato que também configura respeito a Deus.

Ao publicarmos mensagens e trechos de obras, nosso único intento é divulgar o Espiritismo,e não de distribuir livros ou qualquer material de forma ilegal. Por isso, caso o detentor dos direitos de qualquer material aqui publicado julgue que ele deve ser retirado, por gentileza contate-nos via comentário no blog e o faremos prontamente. Repetimos, respeitamos as leis dos homens e os direitos alheios, como modo de respeito a Deus.
***
E, mais uma vez, agradecemos a sua companhia! Sejam bem-vindos!

Estamos à disposição!

Para contatar-nos, deixe um comentário no blog. Este blog não mais possui endereço de e-mail ativo para contato, apesar de ainda constar tal informação em algumas postagens antigas.

Seja bem-vindo!

IP Address Lookup

Blog Meditando no Twitter

Meditando em outros idiomas:

Chico Xavier:

Meditando ao redor do mundo

Mensagens espíritas aleatórias:

Pesquisar

Atualizações deste blog no Twitter@alunosdeKardec

CLUBE DO LIVRO

Seções

Baú de Meditações

Nossos arquivos:

agosto 2014
D S T Q Q S S
« jul    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

Agradecemos a sua visita!

Divulgue a Doutrina Espírita