Diante da inveja, da injusta acusação, da ingratidão, da incompreensão, da injúria, da ignorância e da grosseria, resta-nos, como saída segura e cristã, exercitar a tolerância.

                         Não poderemos nunca mensurar os problemas por que passam os “ofensores” e que os levam a ter tais comportamentos. Contudo, podemos com certeza entender que no íntimo de cada um deles há sofrimentos e angústias indecifráveis para as outras pessoas. Disso sabemos porque também carregamos vicissitudes ocultas.

                         Sempre devemos nos colocar na posição de quem erra, a fim de compreendermos e perdoarmos com sinceridade. É imprescindível que não esqueçamos de que aquele que hoje nos magoa pode mostrar-se para nós como grande instrumento de socorro amanhã.

                          Não ignoremos que o universo responde segundo nossas ações, e que no futuro poderemos ser os necessitados de compaixão.

                         Não basta que perdoemos e sejamos tolerantes; é necessário que saibamos fazê-lo sem alarde, no silêncio de nosso íntimo. Ao fazê-lo, somos nós os maiores beneficiados.

                           Por isso, cultivemos as amizades e exercitemos a tolerância e o perdão para com os nossos semelhantes, jamais buscando recompensa e admiração, mas como meio eficaz de alcançarmos a tão desejada paz para o mundo, que se inicia no interior de cada um de nós.

Até breve!

“A caridade é sempre maior para aquele que dá”.  Emmanuel

Fonte da citação: www.universoespirita.org.br