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Para baixar nossa sugestão de roteiro do Culto Cristão no Lar, clique aqui (arquivo .pdf).  O endereço de e-mail citado no roteiro não está mais ativo.

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Há mais de 20 anos realizamos o Culto Cristão em nosso lar e podemos afirmar com certeza que essa reunião é fonte de bênçãos, paz e harmonia para a família.  

 

O Culto no Lar não foi criado pela Doutrina Espírita, e sim por Jesus Cristo. Sua finalidade maior é a de reunir a família para a elevação dos pensamentos ao Criador. Portanto, cada família adapta o Culto às suas crenças/religião, não havendo um roteiro obrigatório a ser seguido. É importante que sejam fixados dia e horário adequados para os participantes. Após estabelecidos, o dia e o horário não devem ser mudados, facilitando a aquisição do hábito. Recomenda-se que o Culto não seja longo.

 

Disponibilizamos aqui no blog o roteiro da reunião que fazemos em nosso lar uma vez por semana, com duração aproximada de 15 minutos.   Além de orar, escolhemos um trecho curto do Evangelho Segundo o Espiritismo para ler. Atualmente estamos lendo o Evangelho em seqüência.

 

Como já foi dito, não há roteiro obrigatório a ser seguido.

 

Reunir a família em torno da oração e de pensamentos edificantes traz benefícios incalculáveis. 

 

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Para informações mais detalhadas sobre o Culto Cristão no Lar, como o que é, quais benefícios traz, dicas para realizá-lo e como foi iniciado por Jesus, clique aqui.

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Para realizar o download do Evangelho Segundo o Espiritismo e das demais obras básicas da Doutrina Espírita gratuitamente e sem infração à legislação de direitos autorais, clique aqui.

 

Para abrir arquivos no formato pdf, é necessário o programa Acrobat Reader, que pode ser encontrado para download grátis clicando aqui.

A vida social está na Natureza?

“Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.”

É contrário à lei da Natureza o insulamento absoluto?

“Sem dúvida, pois que por instinto os homens buscam a sociedade e todos devem concorrer para o progresso, auxiliando-se mutuamente.”

Procurando a sociedade, não fará o homem mais do que obedecer a um sentimento pessoal, ou há nesse sentimento algum providencial objetivo de ordem mais geral?

“O homem tem que progredir. Insulado, não lhe é isso possível, por não dispor de todas as faculdades. Falta-lhe o contacto com os outros homens. No insulamento, ele se embrutece e estiola.”

Homem nenhum possui faculdades completas. Mediante a união social é que elas umas às outras se completam, para lhe assegurarem o bem-estar e o progresso. Por isso é que, precisando uns dos outros, os homens foram feitos para viver em sociedade e não insulados.

Vida de insulamento. Voto de silêncio

Concebe-se que, como princípio geral, a vida social esteja na Natureza. Mas, uma vez que também todos os gostos estão na Natureza, por que será condenável o do insulamento absoluto, desde que cause satisfação ao homem?

“Satisfação egoísta. Também há homens que experimentam satisfação na embriaguez. Merece-te isso aprovação? Não pode agradar a Deus uma vida pela qual o homem se condena a não ser útil a ninguém.”

Que se deve pensar dos que vivem em absoluta reclusão, fugindo ao pernicioso contacto do mundo?

“Duplo egoísmo.”

a) – Mas, não será meritório esse retraimento se tiver por fim uma expiação, impondo-se aquele que o busca uma privação penosa?

“Fazer maior soma de bem do que de mal constitui a melhor expiação. Evitando um mal, aquele que por tal motivo se insula cai noutro, pois esquece a lei de amor e de caridade.”

Que pensar dos que fogem do mundo para se votarem ao mister de socorrer os desgraçados?

“Esses se elevam, rebaixando-se. Têm o duplo mérito de se colocarem acima dos gozos materiais e de fazerem o bem, obedecendo à lei do trabalho.”

a) – E dos que buscam no retiro a tranqüilidade que certos trabalhos reclamam?

“Isso não é retraimento absoluto do egoísta. Esses não se insulam da sociedade, porquanto para ela trabalham.”

Que pensar do voto de silêncio prescrito por algumas seitas, desde a mais remota antigüidade?

“Perguntai, antes, a vós mesmos se a palavra é faculdade natural e por que Deus a concedeu ao homem. Deus condena o abuso e não o uso das faculdades que lhe outorgou.

Entretanto, o silêncio é útil, pois no silêncio pões em prática o recolhimento; teu espírito se torna mais livre e pode entrar em comunicação conosco. Mas o voto de silêncio é uma tolice. Sem dúvida obedecem a boa intenção os que consideram essas privações como atos de virtude. Enganam-se, no entanto, porque não compreendem suficientemente as verdadeiras leis de Deus.”

O voto de silêncio absoluto, do mesmo modo que o voto de insulamento, priva o homem das relações sociais que lhe podem facultar ocasiões de fazer o bem e de cumprir a lei do progresso.

Extraído da obra: O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Tradução de Guillon Ribeiro, Editora FEB, 76ª edição (versão do site Domínio Público).

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Mais:                                                              

**Para baixar O Livro dos Espíritos gratuitamente e sem infringir leis de direitos autorais, clique aqui (site Domínio Público).

**Seção Estudos (publicada às quartas-feiras)

**Seção Perguntas & Respostas.

**As Obras Básicas da Doutrina Espírita– download gratuito .

O homem tem, instintivamente, a convicção de que nem tudo se lhe acaba com a vida. O nada lhe infunde horror. É em vão que se obstina contra a idéia da vida futura. Ao soar o momento supremo, poucos são os que não inquirem do que vai ser deles, porque a idéia de deixar a vida para sempre algo oferece de pungente. Quem, de fato, poderia encarar com indiferença uma separação absoluta, eterna, de tudo o que foi objeto de seu amor?

Quem poderia ver, sem terror, abrir-se diante si o imensurável abismo do nada, onde se sepultassem para sempre todas as suas faculdades, todas as suas esperanças, e dizer a si mesmo: Pois que! depois de mim, nada, nada mais, senão o vácuo, tudo definitivamente acabado; mais alguns dias e a minha lembrança se terá acabado; mais alguns dias e a minha lembrança se terá apagado da memória dos que me sobreviverem; nenhum vestígio dentre em pouco, restará da minha passagem pela Terra; até mesmo o bem que fiz será esquecido pelos ingratos a quem beneficiei. E nada, para compensar tudo isto, nenhuma outra perspectiva, além da do meu corpo roído pelos vermes!

Não tem este quadro alguma coisa de horrível, de glacial? A religião ensina que não pode ser assim e a razão no-lo confirma. Mas, uma existência futura, vaga e indefinida não apresenta o que satisfaça ao nosso desejo do positivo. Essa, em muitos, a origem da dúvida.

Possuímos alma, está bem; mas, que é a nossa alma? Tem forma, uma aparência qualquer?

É um ser limitado, ou indefinido? Dizem alguns que é um sopro de Deus, outros uma centelha, outros uma parcela do grande Todo, o princípio da vida e da inteligência. Que é, porém, o que de tudo isto ficamos sabendo? Que nos importa ter uma alma, se, extinguindo-se-nos a vida, ela desaparece na imensidade, como as gotas d’água no Oceano? A perda da nossa individualidade não equivale, para nós, ao nada? Diz-se também que a alma é imaterial. Ora, uma coisa imaterial carece de proporções determinadas. Desde então, nada é, para nós. A religião ainda nos ensina que seremos felizes ou desgraçados, conforme ao bem ou ao mal que houvermos feito. Que vem a ser, porém, essa felicidade que nos aguarda no seio de Deus? Será uma beatitude, uma contemplação eterna, sem outra ocupação mais do que entoar louvores ao Criador? As chamas do inferno serão uma realidade ou um símbolo? A própria Igreja lhes dá esta última significação; mas, então, que são aqueles sofrimentos? Onde esse lugar do suplício? Numa palavra, que é o que se faz, que é o que se vê, nesse outro mundo que a todos nos espera? Dizem que ninguém jamais voltou de lá para nos dar informações. É erro dizê-lo e a missão do Espiritismo consiste precisamente em nos esclarecer acerca desse futuro, em fazer com que, até certo ponto, o toquemos com o dedo e o penetremos com o olhar, não mais pelo raciocínio somente, porém, pelos fatos. Graças às comunicações espíritas, não se trata mais de uma simples presunção, de uma probabilidade sobre a qual cada um conjeture à vontade, que os poetas embelezem com suas ficções, ou cumulem de enganadoras imagens alegóricas. É a realidade que nos aparece, pois que são os próprios seres de além-túmulo que nos vêm escrever a situação em que se acham, relatar o que fazem, facultando-nos assistir, por assim dizer a todas as peripécias da nova vida que lá vivem e mostrando-nos, por esse meio, a sorte inevitável que nos está reservada, de acordo com os nossos méritos e deméritos. Haverá nisso alguma coisa de anti-religioso?

Muito ao contrário, porquanto os incrédulos encontram aí a fé e os tíbios a renovação do fervor e da confiança. O Espiritismo é, pois, o mais potente auxiliar da religião. Se ele aí está, é porque Deus o permite e o permite para que as nossas vacilantes esperanças se revigorem e para que sejamos reconduzidos à senda do bem pela perspectiva do futuro.

Extraído da obra: O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Tradução de Guillon Ribeiro, Editora FEB, 76ª edição (versão do site Domínio Público).

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Mais:                                                              

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“Se somente amardes os que vos amam, que mérito se vos reconhecerá, uma vez que as pessoas de má vida também amam os que os amam? – Se o bem somente o fizerdes aos que vo-lo fazem, que mérito se vos reconhecerá, dado que o mesmo faz a gente de má vida? – Se só emprestardes àqueles de quem possais esperar o mesmo favor, que mérito se vos reconhecerá, quando as pessoas de má vida se entreajudam dessa maneira, para auferir a mesma vantagem? Pelo que vos toca, amai os vossos inimigos, fazei bem a todos e auxiliai sem esperar coisa alguma.

Então, muito grande será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom para os ingratos e até para os maus. – Sede, pois, cheios de misericórdia, como cheio de misericórdia é o vosso Deus.” (S. LUCAS, cap. VI, vv. 32 a 36.)

Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho.

Entretanto, há geralmente equívoco no tocante ao sentido da palavra amar, neste passo. Não pretendeu Jesus, assim falando, que cada um de nós tenha para com o seu inimigo a ternura que dispensa a um irmão ou amigo. (…) Enfim, ninguém pode sentir, em estar com um inimigo, prazer igual ao que sente na companhia de um amigo.

A diversidade na maneira de sentir, nessas duas circunstâncias diferentes, resulta mesmo de uma lei física: a da assimilação e da repulsão dos fluidos. O pensamento malévolo determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente. O pensamento benévolo nos envolve num agradável eflúvio. Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo. Amar os inimigos não pode, pois, significar que não se deva estabelecer diferença alguma entre eles e os amigos. Se este preceito parece de difícil prática, impossível mesmo, é apenas por entender-se falsamente que ele manda se dê no coração, assim ao amigo, como ao inimigo, o mesmo lugar. Uma vez que a pobreza da linguagem humana obriga a que nos sirvamos do mesmo termo para exprimir matizes diversos de um sentimento, à razão cabe estabelecer as diferenças, conforme aos casos.

Amar os inimigos não é, portanto, ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contacto de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contacto de um amigo. Amar os Inimigos é não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem; é não opor nenhum obstáculo a reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha; é socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar; é, finalmente, retribuir-lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Quem assim procede preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos.

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Mais:

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Reflexão Dominical

Nesta data que nos convida à reflexão sobre a relevância da missão da mulher, gostaríamos de sugerir a leitura do artigo A boa parte: reflexões sobre o universo feminino baseadas na Doutrina Espírita Cristã”, que pode ser acessado clicando aqui.

 

Paz e luz a todos!

 

 

 

 

 

Para complementar a reflexão no dia de hoje, sugerimos a leitura da série “Histórias Espíritas”, publicada durante esta semana no blog Espiritualidade no dia-a-dia. Para conferir, por favor clique aqui.

 

Bom final de semana para todos! Até segunda, se Deus quiser!

Quem te injuria e escarnece,

Na frase agressiva, azeda,

Em si sofre a labareda

Que verte do próprio mal.

Toda cólera é doença.

Aquele que se enraivece

Solicita o pão e a prece

Do socorro fraternal. ” 

Irene Ferreira de Sousa Pinto*

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                   O parente difícil furta-lhe a paz.

                   O chefe rude não lhe propicia o ambiente tranqüilo necessário ao trabalho.

 

                   O colega lhe constrange e aborrece sistematicamente.

 

        

                        Não desista de amá-los.

 

 

                   Através do amor fraternal, perdoamos e compreendemos os outros, a fim de obtermos perdão e compreensão para nós mesmos.

 

                   Quem saberá o que há no íntimo deles, de que enfermidades padecem no corpo e na alma, qual a carga que carregam?

 

                   Não desista da luta de amor e fé. É uma luta não contra os outros, mas contra o mal que há em nós: contra o anseio pelo revide, pela vingança, contra o orgulho que impede o perdão.

 

                        No momento difícil, tenha paciência. Suas mais poderosas armas são o silêncio e a prece.

 

                        Nunca desista de ninguém, pois todas as pessoas em nosso caminho lá estão por algum motivo, sinalizando que temos junto a elas tarefas a cumprir.

 

 

                   Paz e luz!

 

* Da obra “Antologia dos Imortais”, psicografada por Chico Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Por que é importante prestar atenção ao modo como falamos? Há algum problema espiritual em falar palavrões? O que a nossa fala tem a ver com a nossa espiritualidade?

 

Essas e outras questões serão analisadas durante esta semana no blog Espiritualidade no dia-a-dia. Para conferir, clique aqui.

 

Tenham todos uma abençoada semana!

 

Fundamento doutrinário:

 

Novo Testamento,

– Evangelho de João, capítulo 18, versículo 36;

– Evangelho de Lucas, capítulo 10, versículos 41 e 42.

 

 

Reflexão:

 

Para caminhar em segurança pela trilha do Bem, temos de nos despojar de cada traço de ilusão que construímos para nós. Para fazer isso, devemos refletir profundamente a respeito do porquê de estarmos na Terra.

 

Estamos aqui em busca de riqueza? De fama? De beleza? Estamos aqui para sermos felizes?  

 

“A felicidade não é deste mundo”. Esta é a verdade que nos liberta.

 

Estamos aqui para viver as conseqüências boas ou ruins de nossos atos anteriores, praticados nesta vida ou em outra. É essa a razão pela qual ninguém nesta Terra irá experimentar uma vida completamente livre de problemas. A felicidade não é a meta que devemos perseguir; quem quer que passe a vida toda buscando a felicidade se frustrará, pois neste mundo ela vem e vai, é absolutamente instável.

 

Uma vez aceitando e compreendendo esta verdade, torna-se mais fácil lidar com aquilo que desejamos e sabemos que não podemos ter (a menos que esteja nos planos de Deus para nós).  Às vezes queremos algo com tanta intensidade que parece que, se não o obtivermos, não conseguiremos mais viver – e então escancaramos as portas das nossas mentes para o desequilíbrio. Algumas pessoas criam até uma vida imaginária em que tudo é possível, e perdem um tempo precioso alimentando essa ilusão, um tempo que poderia ser gasto realizando conquistas verdadeiras na seara do Bem.

 

Perceber a razão de estarmos aqui ajuda a eliminar a ansiedade e angústia que essas ilusões trazem.

 

Portanto, na próxima vez em que nos sentirmos ansiosos devido a um intenso desejo por algo que não possuímos, seja fortuna, aclamação pública, beleza, ou qualquer outra coisa, lembremo-nos de que nossa missão na Terra é aproveitar a oportunidade, graciosamente dada por Deus, de aprender e nos redimirmos de erros anteriores, tentando sempre agir conforme os preceitos do Cristo. Temos infinitos motivos para sermos gratos à misericórdia Divina. Não desperdicemos essa maravilhosa oportunidade desejando coisas que não importam para o nosso crescimento espiritual.

 

E esse pensamento trará paz aos nossos corações.

 

 

 

Vamos orar juntos?

 

 

Senhor Deus, que sois Todo bondade e Todo misericórdia, em nome de Jesus pedimos o Vosso auxílio, por intermédio dos Bons Espíritos, para que nos livremos das ilusões deste mundo e possamos buscar o que realmente importa para a verdadeira vida. Ajudai-nos, Senhor, na tarefa do auto-aprimoramento, pois sem a Vossa misericórdia nada somos e nada podemos.

 

Que assim seja.

 

 

Sugestões para a semana que se inicia:

 

– analisemos as preocupações que temos tido ultimamente: alguma delas se refere a coisas fúteis, como aparência?

 

– peçamos o auxílio de Deus para identificar e eliminar as ilusões que alimentamos, a fim de que não desperdicemos a existência presente com frivolidades. Peçamos também o auxílio divino para identificar tudo aquilo por que vale a pena trabalhar.

 

 

Até breve!

Fraternalmente,

             

Do site www.euzebianoleto.com.br .

Há mais de 20 anos realizamos o Culto Cristão em nosso lar e podemos afirmar com certeza que essa reunião é fonte de bênçãos, paz e harmonia para a família.  

 

O Culto no Lar não foi criado pela Doutrina Espírita, e sim por Jesus Cristo. Sua finalidade maior é a de reunir a família para a elevação dos pensamentos ao Criador. Portanto, cada família adapta o Culto às suas crenças/religião, não havendo um roteiro obrigatório a ser seguido. É importante que sejam fixados dia e horário adequados para os participantes. Após estabelecidos, o dia e o horário não devem ser mudados, facilitando a aquisição do hábito. Recomenda-se que o Culto não seja longo.

 

Disponibilizamos aqui no blog o roteiro da reunião que fazemos em nosso lar uma vez por semana, com duração aproximada de 15 minutos.   Além de orar, escolhemos um trecho curto do Evangelho Segundo o Espiritismo para ler. Atualmente estamos lendo o Evangelho em seqüência.

 

Como já foi dito, não há roteiro obrigatório a ser seguido.

 

Reunir a família em torno da oração e de pensamentos edificantes traz benefícios incalculáveis. Experimentem.

 

Paz e luz a todos,     

         assinatura

 

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Para baixar nossa sugestão de roteiro do Culto Cristão, clique aqui (arquivo .pdf) ou aqui (arquivo .doc – Word).  

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Freqüentemente julgamo-nos incapazes de prestar auxílio. Acreditamos ser a falta de tempo e de recursos obstáculo intransponível à realização do Bem. Contudo, quando assim pensamos, cometemos o grave erro de menosprezar as ferramentas que o Criador nos concede para que evoluamos e promovamos a evolução do nosso mundo. Em qualquer situação, a qualquer tempo, em quaisquer condições, poderemos sempre auxiliar através do exemplo.

 

O exemplo de serenidade em tempos de crise, de calma em tempos de desespero, de bondade e caridade em tempos de egoísmo, de compreensão em tempos de animosidade pode provocar transformações profundas no modo de alguém pensar e agir, consolando e espalhando esperança e fé. Da mesma forma, o exemplo da desesperança, da irritação, da preguiça pode fazer com que um irmão em tentativa de reerguimento desanime-se e novamente resvale no desespero inútil.

 

Meditemos na responsabilidade do nosso exemplo. O exemplo é um dever cristão, mesmo que tentemos nos escusar justificando o contrário. O modo como agimos permanece refletido em toda a comunidade a nosso redor. Devemos, portanto, nos conscientizar da importância do bom exemplo, agradecendo à Misericórdia Divina por mais uma vez permitir que sejamos úteis ainda quando nos julgamos totalmente ausentes de recursos.

 

Muita paz e até breve,

                           

Do site www.euzebianoleto.com.br .

Tenhamos cuidado com os sentimentos. Quando o sentimento prepondera sobre a razão, é hora de dedicarmo-nos ao raciocínio.  

 

Basear nossas ações em arroubos sentimentais é abrir portas a uma percepção por vezes ilusória e distorcida da realidade e a sofrimentos imprevisíveis.  

 

Renegarmos nossa capacidade de raciocinar – em qualquer que seja o campo da vida – pode fazer com que doemos o melhor de nós a relacionamentos que trarão uma ilusão de felicidade que inevitavelmente ruirá, cedo ou tarde.  

 

Permitir que a paixão nos governe é realizar construção sobre terreno arenoso, jogando-nos à instabilidade e à angústia.   

 

Em matéria de afeto, devemos constantemente buscar o autodomínio para que não nos envolvamos e não envolvamos os outros em ligações sem compromisso, sem seriedade, sem responsabilidade, sem propósito elevado. Os prejuízos gerados nessas circunstâncias poderão ser muito maiores do que imaginamos e custar-nos mais de uma existência para serem reparados.  

 

O desrespeito aos sentimentos alheios fatalmente ensejará resgate doloroso para que nos eduquemos na seara sentimental. 

 

Equilíbrio é a chave.  

 

Educação e razão não são incompatíveis com o sentimento. Pelo contrário, são as forças que guiarão nossos sentimentos por caminhos mais seguros, direcionando-os a fins mais nobres.  

 

A paixão desenfreada aproxima-nos do sofrimento e da loucura, o amor verdadeiro aproxima-nos do Criador.  

 

Muita paz e até breve,

                  

Do site www.euzebianoleto.com.br .

       

Hoje vamos falar sobre inveja. Todas as pessoas já estiveram em contato com esse sentimento, invejando ou sendo invejadas. Provavelmente muitas já estiveram em ambos os lados.  

Independentemente do lado em que você está,é muito importante compreender o que se passa e lidar com a situação. Então…   

 

… se você é o alvo da inveja:  

1. não se compare com os outros – não há necessidade de comparações. Você não é melhor nem pior do que ninguém.

2. perdoe e esqueça – se você não aprender a fazer isso, vai acabar tendo de mudar-se para uma ilha deserta. E isso se aplica a diversas situações na vida.

3. lembre-se de que você não lê mentes – o que parece ser inveja pode ser pura e simplesmente admiração.

4. proteja-se – ore, vigie seus pensamentos e ações. Seja discreto. Mais sobre isso aqui.

5. trabalhe com a motivação certa – a razão de seu esforço deve ser a busca pela melhora constante, não a admiração alheia ou um vazio, inútil e nada cristão sentimento de superioridade.

6. coloque-se no lugar da outra pessoa para compreendê-la – quem nunca tiver pecado atire a primeira pedra.   

… se você sente inveja de alguém 

1. não se compare com os outros – não há necessidade de comparações. Você não é melhor nem pior do que ninguém.

2. transforme a inveja em admiração – torne algo negativo em algo positivo. Aceite as qualidades da pessoa sem procurar os defeitos dela para contrapô-las.

3. fique feliz com o sucesso dos outros – e se você não tem esse costume, policie-se para adquiri-lo. Deseje o bem para os seus semelhantes. Infalivelmente virá um sentimento de leveza. Você se cercará de boas energias.

4. mantenha-se ocupado – corpo e mente. Se você não tiver nada para fazer, procure um trabalho voluntário. Não perca tempo com futilidades.

5. procure aperfeiçoar-se – busque evolução física, intelectual e principalmente moral. Estabeleça metas e dê o seu melhor para alcançá-las. Você terá orgulho de si mesmo e não sentirá mais a necessidade de cuidar da vida alheia.

6. trabalhe com a motivação certa – a razão de seu esforço deve ser a busca pela melhora constante, não a admiração alheia ou um vazio, inútil e nada cristão sentimento de superioridade com relação ao alvo de sua inveja.

7. eduque-se: saiba pensar no bem – lute contra os pensamentos que não espelham a conduta que você deve ter para progredir. Não permita que eles se desenvolvam nem norteie suas ações por eles.   

Orar, vigiar e trabalhar, eis o remédio para muitos males.  

Muita paz!


A palavra-chave para recepcionarmos as vitórias que ocorrem em nossas vidas é HUMILDADE. Assim sendo:      

 

1. Saibamos agradecer pela vitória – por mais que tenhamos nos esforçado, toda vitória só ocorre devido ao concurso da infinita misericórdia Divina.

 

2. Comemoremos discretamente – devemos respeitar os sentimentos das outras pessoas que não alcançaram o que alcançamos. Lembremo-nos sempre de agir para com os outros do modo como gostaríamos que agissem para conosco.

 

3. Não nos julguemos superiores aos que não obtiveram o mesmo êxito – ao nos julgarmos superiores, incorremos em extrema ignorância do auxílio Divino que sempre recebemos e nem sempre notamos.

 

4. Não pensemos que, porque obtivemos determinada vitória, podemos julgar o porquê de os outros não terem se saído tão bem – não temos o direito de buscar razões para a falta de êxito alheia. Ao nos preocuparmos com a vida dos outros, deixamos de viver a nossa.Cada um sabe de si e Deus cuida de todos.

 

5. Não nos acomodemos – uma vitória nos mostra que podemos ir além, esforçando-nos ainda mais, superando os limites que costumamos impor a nós mesmos.   

 

6. Sempre nos relacionemos com os outros lembrando-nos de tratá-los como gostaríamos de ser tratados – portanto, nada de exibicionismo.   

 

7. Não nos esqueçamos que o sucesso não vem só do esforço – nosso modo de agir em todos os aspectos da vida determina se estamos cercados por fluidos positivos ou negativos, que poderão contribuir para nossas atividades ou prejudicá-las.

 

8. Lembremo-nos de que tudo é passageiro – hoje ganhamos, amanhã perdemos: a vida é um ciclo de aprendizagem. Dessa forma, devemos agir com humildade e dignidade em todas as ocasiões, sejam elas de vitória ou não.

 

9. A verdadeira vitória é ter a consciência tranqüila – portanto, perante qualquer desafio, devemos dar o melhor de nós. Assim, diante de um resultado diferente do esperado, não teremos o remorso de saber que poderíamos ter feito muito melhor.

 

10. Humildade sempre e trabalho constante em prol do Bem – são as chaves para obtermos vitórias que vão muito além de nossa imaginação.   

  

Fraternalmente.

morro-doet2.jpgA riqueza, quando utilizada corretamente, é fonte de alegrias e bênçãos, além de ser importante vetor do progresso humano. Porém, não se deve esperar pela riqueza para se agir em prol do Bem. Há diversas maneiras para fazê-lo, ainda que não se tenha condições materiais.  

Em busca da riqueza, muitos descem à mais baixa condição moral. Matam, enganam, sonegam, roubam. Tenhamos cuidado com essas armadilhas, das quais ninguém pode se julgar livre, em razão da natureza humana.  

A respeito de bens materiais, as palavras postadas abaixo são de sabedoria inigualável.   

Tenham todos uma ótima semana.  

Fraternalmente.

 

Serve sem Apego

Emmanuel, psicografia de Chico Xavier 

Usa, sem algemar-te,

Os bens de que desfrutes.

Medita nas riquezas

Que já se dispersaram.

Antigas obras de arte

Valorizam museus.

Títulos de ascendentes

São brasões sem calor.

Do que sejas ou tenhas,

Faze o melhor que possas.

Serve sem apegar-te,

Tudo pertence a Deus. 

Extraído do site: www.vidaemorte.org

“Se insultarmos nossa tarefa com a preguiça, nossa tarefa relegarnos-á à inaptidão”. 

 

Emmanuel

 

 

Fonte da citação: http://www.luizbertini.net/mensagem1.html   

Você já se perguntou alguma vez o porquê de seus planos não darem certo? Ou quando algo não vai bem, você apenas se conforma, pensando: “É assim mesmo, é a vontade de Deus…” ?  

Pois bem: quando algo não dá certo, normalmente há uma falha nossa. Podemos culpar o que ou a quem quisermos, mas se procurarmos de verdade encontraremos algo que poderíamos ter feito para evitar o malsucedido.  

O que tem ocorrido nos dias atuais é a vontade de plantar pouco e colher muito, acordar mais tarde e ser atendido primeiro, dar um jeitinho na última hora, resolver tudo em um estalar de dedos. É algo tão corriqueiro que acabamos por não perceber que isso é uma falha de caráter. Significa querer subverter as leis da Natureza, o que sabemos não ser possível. E depois, quando as coisas dão errado, culpamos a qualquer um, menos a nós mesmos. 

 

Com sorte, uma ou duas vezes podemos estudar pouco e passar em uma prova, acordar tarde e não ter de enfrentar uma fila, fazer algo de um modo não muito correto e não sofrer sanção alguma por isso, agir com imprudência e escaparmos ilesos. Mas isso não dura para sempre. Mais cedo ou mais tarde teremos de enfrentar as conseqüências de nossos atos..

Se agirmos corretamente, se aproveitarmos o nosso tempo com o que realmente importa, não haverá nada a temer e estaremos sempre livres da sombra do remorso. Mudar velhos hábitos pode ser difícil, mas é extremamente compensador. Bem como traçar metas e, através da disciplina, cumpri-las. Fazer da nossa vida uma existência exitosa e produtiva só depende de nós.  

Nunca é tarde para começar. 

Até breve,

 

 

          

Do site www.euzebianoleto.com.br .

                        O primeiro passo para se alcançar o sucesso é entender que ele é relativo. Você pode escolher buscar o sucesso interior ou o sucesso exterior. O sucesso exterior é aquele que depende do reconhecimento de outras pessoas para que ele realmente exista. O sucesso interior é a consciência leve, tranqüila, a certeza de que se agiu corretamente, de que foi feito o melhor que se pôde.

                         A diferença entre os dois é que um deles não é temporário, não é passageiro, é praticamente um estilo de vida. O outro traz apenas uma certeza: pode acabar a qualquer momento.

                         Aqueles que escolhem viver em função da busca pelo sucesso exterior buscam as aparências, buscam a opinião dos outros. Essas pessoas freqüentemente executam uma tarefa de uma forma excelente, por exemplo, mas não sentem que alcançaram o sucesso porque não foram elogiadas, ou pelo menos não do modo como desejavam. Ficam frustradas, apesar de saberem que são boas no que fazem.

                         O sucesso interior é aquele que traz paz, traz sono tranqüilo. Para alcançá-lo, basta proceder do modo como se entende ser correto, nunca invadindo direito alheio, em todas as ocasiões, custe o que custar.

                        Perseguir esse tipo de sucesso não é o mais difícil; o mais difícil é optar por ele, pois isso requer abrir mão de uma boa parcela de orgulho e vaidade. Porém, uma vez optando por ele, descobre-se que esse é único sucesso real, por não ser efêmero e por ser genuinamente seu.  

Até breve, 

          

Do site www.euzebianoleto.com.br .

“Quanta gente que ri, talvez existe, Cuja ventura única consiste

Em parecer aos outros venturosa!”

Raimundo Correa

                        Se há algo que não muda através dos tempos é a busca incessante da humanidade por fama, beleza, dinheiro e poder.  Tudo isso se traduz em status.

                       Exibir conquistas materiais e intelectuais tornou-se, dentre as pessoas de todas as classes sociais, a forma mais comum de auto-afirmação.  Frases como “Vou fazer tal coisa e Fulaninha vai morrer de inveja”, “De que adianta ter se eu não mostrar para ninguém?” e outras do gênero são proferidas incontáveis vezes.

                      Por que há essa intensa necessidade de auto-afirmação? Porque as pessoas estão cada vez mais inseguras, diante da alta competitividade vivenciada no mundo atual. As pessoas sempre crêem não serem inteligentes, bonitas e competentes o suficiente para estarem em paz com elas mesmas. Isso ocorre toda vez que se olha para os lados.

                         Ao se comparar com os outros, o ser humano sempre será tomado por um sentimento altamente prejudicial: ou de inferioridade ou de superioridade. Muitas pessoas entram nesse jogo perigoso, e nem se dão conta de que, em um certo estágio, vivem mais para os outros do que para si, procurando ter só o que “aparece”, e fazendo só o que ficará bem diante da sociedade ou o que fará com que se sintam superiores, ainda que não seja o que se crê estar correto.

                       Quanta hipocrisia! Se confiarmos em nossa capacidade e investirmos em nós mesmos, parando de olhar para os outros e de esperar que eles nos aceitem ou admirem, a insegurança desaparecerá, bem como a busca por status, que é puro desperdício de energia. Devemos nos lembrar sempre de que, em todos os momentos em que olhamos para a vida das outras pessoas, estamos deixando de viver a nossa.   

Fraternalmente,

 

 

             

Do site www.euzebianoleto.com.br .

Mais sobre o poeta Raimundo Correa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Raimundo_Correia 

                        Quando se aproxima a época natalina, nos vemos cercados por filmes temáticos, lojas decoradas, belas mensagens publicitárias. Quase tudo tem o apelo comercial como finalidade principal, mas a beleza das mensagens, das luzes e dos enfeites é tamanha que acabamos por realmente experimentar algo no campo dos sentimentos.

                         Assim, durante esse período, devido a todas essas influências, nos sentimos mais emotivos, mais capazes de perdoar, com mais compaixão pelo próximo. Lembramo-nos de todos os amigos que estão longe, daquele prestador de serviços tão útil a quem nunca presenteamos, da família necessitada que mora na casa ao lado. Alguns se mobilizam para arrecadar brinquedos, alimentos, agasalhos; outros aproveitam para reunir os familiares e amigos em uma grande confraternização.

                         Tudo isso é, sem dúvida, muito bonito. Porém, fica o questionamento: por que só no Natal? Com honrosas exceções, a maioria das pessoas só se lembra de ser amável com todos e participar de obras de caridade nessa época.

                         É aí que está o erro: no Natal, assim como durante o ano todo, devemos compartilhar o nosso supérfluo. Devemos ser amáveis, cultivar a paz, saber agradecer, perdoar e ouvir. Devemos praticar a caridade sempre que a oportunidade nos chama, e isso ocorre mais vezes do que imaginamos: a caridade é muito mais moral do que material. Um sorriso, um pensamento positivo para alguém ou uma palavra de compreensão e afeto são presentes espirituais. E esses não têm preço nem se esgotam. Isso não nos exime, porém, de alimentar os que têm fome e agasalhar aos que sentem frio, dentro das nossas possibilidades. 

                        Façamos desses comportamentos uma constante o ano todo, não só no Natal. Assim, perceberemos o sentido de vivermos em sociedade, que é ajudarmo-nos uns aos outros em prol da evolução coletiva e nos sentiremos muito mais completos, muito mais felizes.

Tenham todos um feliz e harmonioso Natal e até a semana que vem,                 

                                                           

 

Do site www.euzebianoleto.com.br .

 “Olho por olho e o mundo acabará cego” 

         Tenzin Gyatso, o atual Dalai Lama    

Somos humanos, falíveis e imperfeitos. Dessa forma, não conseguimos impedir que o sentimento de vingança desperte em nós.  

Porém, cabe a nós a importante escolha entre deixar que esse sentimento feneça ou permitir que ele nos guie. 

A vingança é a expressão maior do orgulho, da soberba, da vaidade. Ceder a esse desejo significa rendermo-nos aos apelos do homem primitivo que ainda existe em nós.  

Frente aos anseios bestiais de vingança, o perdão é sempre a melhor resposta. Ele permite que nos despojemos de pesos desnecessários e indesejáveis, como mágoas e rancor. Tenhamos a consciência de que, quando perdoamos, não o fazemos pelos outros, e sim por nós.  

Fraternalmente,  

               

Do site www.euzebianoleto.com.br .

  • “Olho por olho e o mundo acabará cego”

         – Tenzin Gyatso, o atual Dalai Lama    

Fonte da citação: http://pt.wikiquote.org/wiki/Dalai_Lama

Mais sobre o assunto: Exercício da Tolerância

Depois de fazer tudo o que está ao seu alcance, agir corretamente e pedir muito a Deus, você simplesmente não consegue entender porque um determinado problema ainda não foi resolvido, porque uma certa situação se perpetua, porque tamanha insistência em nada resultou.

Admita, então: determinadas coisas na vida não podem ser mudadas, nunca irão mudar. Simples assim.  

Ao se deparar com esse tipo de situação, por mais que lhe pareça desesperadora, tenha em mente que você é um ser racional. É capaz de perceber quando é inútil perseguir determinado alvo ou continuar desejando algo que não vai acontecer. 

Aceite, portanto, a realidade, da maneira como ela se apresenta. O plano traçado falhou? Crie outro. Decepcionou-se com alguém? Há muitas pessoas novas para se conhecer.  O objetivo perseguido mostrou-se um castelo de areia? Persiga um novo.  

Enterre o passado. Ele é isso, e apenas isso: passado. Há pessoas que vivem nele e dele. Momentos que já se foram, sejam eles bons ou ruins, não devem se transformar em amarras para sua vida presente.  

Se você pensa que determinado fato que você viveu foi o melhor que poderia ser e que nunca mais acontecerá de novo daquela maneira, VOCÊ ESTÁ ENGANADO. Você está vivo, não está? Isso significa que grandes coisas lhe aguardam, que o Universo está apenas esperando a sua decisão de sair desse lugar empoeirado e mover-se, mexer-se, mudar! 

Não insista no que você sabe que não vai dar certo. Isso é desperdiçar tempo, e desperdiçar tempo é desperdiçar vida.  Após muito chorar e desesperar-se, e pensar que tudo está perdido, provavelmente tudo de que você precisa é um bom banho e de algumas horas de sono, para voltar a pensar com clareza e ver as maravilhas que podem ser realizadas se você olhar em frente. 

Mude de objetivos, não alimente ilusões e trabalhe, fazendo sempre o seu melhor.   

Tenha fé.  Do modo como você crê, será.   

Até breve,

        

stick_man_what_have_i_done_sm_wht.gifTemos falado muito em como lidar com os erros dos outros, sempre com perdão e esquecimento. Mas como lidar com nossos erros?

Basicamente, o método é o mesmo, com algumas pequenas diferenças. Primeiro, temos de nos vigiar: em função de nossa natureza humana, falível, necessitamos de policiamento constante.

Depois de termos falhado em nos policiar, nos resta buscar o aprendizado que existe por trás de cada deslize, e internalizá-lo, para que não mais ocorra. Se ainda houver um modo de reparar o erro cometido, busquemos fazê-lo.

O próximo passo é nos perdoarmos. É essencial lembrarmos que o perdão não é só para os outros, também é remédio para nós mesmos.

Analisando nossas ações e aprendendo com nossos erros, estaremos aptos a receber o grande presente divino que é o renascer do dia, com uma nova oportunidade para agirmos corretamente e corrigirmos o que for necessário.  

O ensinamento maior que nossos deslizes nos trazem é a lembrança de que ninguém é infalível e, devemos, portanto, ter mais tolerância com as ações dos nossos semelhantes.  

Até breve,  

            

Do site www.euzebianoleto.com.br .

                        Passada a situação trágica ou traumática, chega o momento do recomeço.

                          É necessário que você se disponha a começar de novo. Esteja disposto a deixar para trás o sentimento de vingança, as más lembranças e as mágoas, e substituí-las por perdão. O perdão dirigido aos que cremos que nos fizeram mal e aquele que dirigimos a nós mesmos.

                        Perdoar a nós mesmos significa aplicar a nós compreensão semelhante à que reservamos aos outros, sem, contudo, ignorar que todos os acontecimentos trazem ensinamentos que devem ser absorvidos para que novas situações desagradáveis sejam evitadas.

                         Perdoar aos outros permite que nos livremos de uma carga desnecessária de animosidade e mágoa; apenas através do perdão poderemos seguir em frente, sem amarras.

                         Considerando-se que relembrar determinados fatos traz à tona sensações ruins a eles ligadas, depois de perdoar, é necessário esquecer. Devemos nos esforçar por realizar um exercício de substituição de imagens mentais desagradáveis por outras mais felizes.

                          Em seguida, é necessário dar o primeiro passo em uma nova trajetória, lembrando-nos sempre da enorme bênção trazida pelo tempo, que renova nossa existência a cada nascer do dia, proporcionando-nos uma oportunidade de começar tudo de novo, iniciar uma vida diferente. Basta que nos apresentemos dispostos a isso.

                         Por fim, seja qual for a situação menos feliz que tenha se abatido sobre você, sinta-se grato à vida, pois muitos não tiveram sequer a oportunidade de recomeçar.

Até breve,

       

Do site www.euzebianoleto.com.br .

                        Convido você a fazer uma auto-análise física. Observe cuidadosamente seu corpo e seu rosto em frente ao espelho. Com o que você está insatisfeito? Faça uma lista em sua mente de tudo o que lhe desagrada em si mesmo, fisicamente. Agora, pergunte-se: a indisciplina foi fator determinante para que você estivesse insatisfeito com seu corpo?

                         Beber excessivamente, fumar, comer de modo desregrado, dormir pouco, não praticar exercícios físicos… há muitas formas de desrespeito ao corpo. Castigamos a saúde e a aparência, sem nos conscientizarmos da importância delas para uma vida plena. É interessante como só percebemos o valor da saúde quando ela nos falta. E sentir-nos bem conosco mesmos não é só ter saúde, é também olhar-nos no espelho e gostarmos do que lá está refletido.

                         Portanto, chega a hora de decidirmos quais hábitos vamos manter, se os saudáveis ou os nocivos.  Chega a hora de nos perguntarmos até quando vamos manter nossa beleza escondida sob alguns quilos extras ou dentes amarelados pela nicotina. É hora de decidirmos se nossa saúde é ou não importante para nós, e como queremos estar, agora e no futuro. E, acima de tudo, é a hora de respeitarmos o maravilhoso instrumento que é nosso corpo, sem o qual não seria possível nossa vida na Terra, e que é um presente divino.

                         E então, refletiu? Decidiu mudar? Se sim, ótimo. Tome algumas medidas de ordem prática: elimine de sua vida todos os hábitos nocivos, opte por alimentos mais saudáveis, busque praticar atividades físicas e tenha consciência de que as mudanças que vêm para ficar não devem ser radicais e sim graduais, por etapas. Toda mudança leva tempo. Mas o importante mesmo é que você se decida a mudar, dê o primeiro passo e persista nesse caminho. E felicite-se por estar começando uma nova vida! 

Até breve, 

              

                       Diante da inveja, da injusta acusação, da ingratidão, da incompreensão, da injúria, da ignorância e da grosseria, resta-nos, como saída segura e cristã, exercitar a tolerância.

                         Não poderemos nunca mensurar os problemas por que passam os “ofensores” e que os levam a ter tais comportamentos. Contudo, podemos com certeza entender que no íntimo de cada um deles há sofrimentos e angústias indecifráveis para as outras pessoas. Disso sabemos porque também carregamos vicissitudes ocultas.

                         Sempre devemos nos colocar na posição de quem erra, a fim de compreendermos e perdoarmos com sinceridade. É imprescindível que não esqueçamos de que aquele que hoje nos magoa pode mostrar-se para nós como grande instrumento de socorro amanhã.

                          Não ignoremos que o universo responde segundo nossas ações, e que no futuro poderemos ser os necessitados de compaixão.

                         Não basta que perdoemos e sejamos tolerantes; é necessário que saibamos fazê-lo sem alarde, no silêncio de nosso íntimo. Ao fazê-lo, somos nós os maiores beneficiados.

                           Por isso, cultivemos as amizades e exercitemos a tolerância e o perdão para com os nossos semelhantes, jamais buscando recompensa e admiração, mas como meio eficaz de alcançarmos a tão desejada paz para o mundo, que se inicia no interior de cada um de nós.

Até breve!

“A caridade é sempre maior para aquele que dá”.  Emmanuel

Fonte da citação: www.universoespirita.org.br

                        É tarefa árdua ter paciência quando não se tem esperança, fé na vida, fé em Deus, no destino ou naquilo que você crê ser o responsável pela ordem dos fatos na vida.

                         Sim, porque se observar bem, verá que tudo na vida acontece no momento certo e certas coisas que você almejou ardentemente não teriam sido tão boas se tivessem vindo naquela hora.  Pare um pouco, olhe para trás e pense: sua trajetória não se compõe de fatos que, isoladamente, parecem sofrimento ou alegria, mas quando vistos em conjunto, claramente apontam em uma direção, estão concatenados para um fim, normalmente de aprendizado?

                         De acordo com o meu modo de ver o mundo, é difícil que não haja uma força tão infinitamente superior a nós que tenha o poder de ordenar o nosso viver de uma forma tão clara.

                          Assim, se você não crê que tudo vai mudar, pelo seu esforço e por aquele auxílio sobrenatural que se manifesta todos os dias sem que vejamos, desculpe-me, não sei como passar-lhe uma lição sobre paciência. Até mesmo devido ao fato de estes textos terem sido escritos com base em minhas experiências, e não vivi momento algum em minha vida em que tenha duvidado da existência de uma força universal imensamente superior a mim; jamais acreditei que nosso planeta e seus habitantes estejam abandonados à própria sorte, podendo contar apenas consigo mesmos.

                         Se você crê que não está sozinho neste mundo, não se negue o conforto de ser paciente. A paciência é remédio para muitos males seus e dos outros que observam seu exemplo. Tenha esperança, que é o sustentáculo da paciência, e enquanto espera, trabalhe. Os resultados positivos são garantidos.

Fraternalmente,
                    

 

Do site www.euzebianoleto.com.br .

                        Incontestável é a importância dos cuidados com o corpo, obedecendo ao imperativo da higiene a fim de manter-se a saúde. Da mesma forma, cuidar da mente é imprescindível para a conquista da paz interior.

                          Assim como em uma dieta deve-se selecionar o que será ingerido, de acordo com as conseqüências que a ingestão de cada alimento ocasionará ao organismo, devemos saber filtrar idéias, assuntos e imagens. Temos o controle sobre nossa mente: não podemos evitar que determinados pensamentos nasçam, mas é perfeitamente possível que impeçamos seu desenvolvimento.

                          Se surgem em nossa mente pensamentos tendentes a desânimo, abatimento, vingança, agonia, angústia ou ansiedade, é hora de por em prática o poder que temos de cortá-los imediatamente. Caso permitamos que eles tomem conta de nós, deixando que se fortaleçam, talvez daremos início a um processo negativo que tem se mostrado quase irreversível em muitos casos. Basta observar quantos ao nosso redor não caíram nessa armadilha preparada, em grande parte, por eles mesmos.

                         A higiene mental deve ser realizada com um propósito preventivo, em primeiro lugar; saber escolher o que ler, o que ver, o que ouvir.  Sempre haverá a opção de um livro edificante em vez de um fútil, ou de um filme que alimente a alma em lugar de angústias e medos e músicas que tragam alegria, ao invés de instigarem tristeza e depressão.  Sempre será possível escolher quais lugares freqüentar, que assuntos conversar, que atitude mental tomar face às mais diversas situações da vida.

                          Busque trazer à sua mente o que há de mais positivo e eliminar as lembranças desagradáveis, as inseguranças limitadoras, os sentimentos contrários à fraternidade, as mágoas guardadas há tempos. Promover tal higiene faz com que se descarte todo o lixo mental, tornando a pessoa mais leve e feliz, com a maravilhosa sensação de finalmente ter tomado as rédeas de seus pensamentos.  

                          Fraternalmente.

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