You are currently browsing the category archive for the ‘Amélia Rodrigues’ category.

Poema de Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Franco. 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

…E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços afagar…
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu…
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu…
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
…E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Anúncios

Poema de Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Franco. 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

…E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços afagar…
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu…
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu…
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
…E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Poema de Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Franco. 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

…E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços afagar…
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu…
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu…
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
…E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Poema de Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Franco. 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

…E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços afagar…
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu…
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu…
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
…E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Poema de Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Franco. 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

…E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços afagar…
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu…
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu…
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
…E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Poema de Amélia Rodrigues, psicografado por Divaldo Franco

(continuação das semanas anteriores – links: primeira parte –  segunda parte)

 

…E pelos pés que me levam a marchar, 
ereta, firme a caminhar; 
pés da renúncia que seguem 
humildes e nobres sem reclamar. 
E os que estão amputados, os aleijados, 
os feridos e os deformados, 
os que estão retidos na expiação 
por ilusões doutra encarnação, 
eu rogo por eles e posso afirmar 
que no Teu Reino, após a lida 
dolorosa da vida, 
hão de poder bailar 
e em transportes sublimes outros braços afagar… 
Sei que a Ti tudo é possível 
Mesmo o que ao mundo parece impossível! 
 
Obrigada, Senhor, pelo meu lar, 
o recanto de paz ou escola de amor, 
a mansão de glória. 
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho 
e pelo lar que é meu… 
Mas, se eu sequer 
nem o lar tiver 
ou teto amigo para me aconchegar 
nem outro abrigo para me confortar, 
se eu não possuir nada, 
senão as estradas e as estrelas do céu, 
como leito de repouso e o suave lençol, 
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e 
chorando sozinha, ao léu… 
Sem alguém para me consolar 
Direi, cantarei, ainda: 
Obrigada, Senhor, 
porque Te amo e sei que me amas, 
porque me deste a vida 
jovial, alegre, por Teu amor favorecida… 
 
Obrigada, Senhor, porque nasci, 
Obrigada, porque creio em Ti. 
…E porque me socorres com amor, 
Hoje e sempre, 
Obrigada, Senhor! 

(Fonte: www.mansaodocaminho.com.br )

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

***

Que a gratidão a Jesus esteja sempre presente em nossos corações, para que possamos iniciar este novo ano sem esquecermo-nos das incontáveis bênçãos que temos recebido, honrando-as através da busca incessante por nosso progresso intelecto-moral.

Agradecemos a sua companhia, de hoje e de sempre!

Que este seja mais um ano abençoado para todos nós!

FELIZ ANO NOVO!

Nasce um novo dia e um novo ano

 Poema de Amélia Rodrigues, psicografado por Divaldo Franco

 

(continuação da semana passada – clique aqui, por favor,  para acessar a primeira parte)

 

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina…

 

E pela voz que fala de amor,

obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

E o Teu nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por eles

sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

pelas mãos que cicatrizam feridas

retificando as carnes sofridas

balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,

pelas mãos que ajudam os que sofrem,

os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

 

(Terceira e última parte na próxima segunda-feira)

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Poema de Amélia Rodrigues, psicografado por Divaldo Franco

 

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo ar que nos dás,

pelo pão que nos deste,

pela roupa que nos veste,

pela alegria que possuímos,

por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,

pelas aves que voam no céu de anil,

pelas Tuas dádivas mil!

 

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

que contemplam toda beleza!

Olhos que iluminam de amor

ante o majestoso festival de cor

da generosa Natureza!

 

E os que perderam a visão?

Deixa-me rogar por eles

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além da morte,

voltarão a ver com alegria incontida…

 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigada pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

as lágrimas doridas do mundo inteiro

e a voz longínqua do cancioneiro…

E os que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por eles rogar…

Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.

 

(Continuação na próxima segunda-feira)

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts.

Junte-se a 15.064 outros seguidores

Twitter:

Anúncios publicitários & Direitos autorais:

Anúncios que porventura apareçam no site são de inteira responsabilidade do Wordpress, que é o destinatário dos lucros com eles obtidos, e não têm absolutamente nenhuma relação com o conteúdo ou com os responsáveis pelo Blog Meditando.

Não temos qualquer intenção de lucro com este blog.
***
Complementando o que foi dito acima, afirmamos que o único objetivo deste blog é divulgar a Doutrina Espírita. Buscamos obedecer as leis dos homens, ato que também configura respeito a Deus.

Ao publicarmos mensagens e trechos de obras, nosso único intento é divulgar o Espiritismo,e não de distribuir livros ou qualquer material de forma ilegal. Por isso, caso o detentor dos direitos de qualquer material aqui publicado julgue que ele deve ser retirado, por gentileza contate-nos via comentário no blog e o faremos prontamente. Repetimos, respeitamos as leis dos homens e os direitos alheios, como modo de respeito a Deus.
***
E, mais uma vez, agradecemos a sua companhia! Sejam bem-vindos!

Estamos à disposição!

Para contatar-nos, deixe um comentário no blog. Este blog não mais possui endereço de e-mail ativo para contato, apesar de ainda constar tal informação em algumas postagens antigas.

Seja bem-vindo!

IP Address Lookup

Blog Meditando no Twitter

Meditando em outros idiomas:

Chico Xavier:

Meditando ao redor do mundo

Mensagens espíritas aleatórias:

Pesquisar

RSS Mais artigos espíritas:

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

Atualizações deste blog no Twitter@alunosdeKardec

Seções

Baú de Meditações

Nossos arquivos:

outubro 2017
D S T Q Q S S
« maio    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  

Agradecemos a sua visita!

Divulgue a Doutrina Espírita

%d blogueiros gostam disto: