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Se vais à missão do bem,
Destrói a sombra, a incerteza…
Repara as lições do Pai
No livro da Natureza.

A terra do lavrador,
Que produz e que prospera,
Não prescinde, em parte alguma,
Do arado que a dilacera.

A semente destinada
Às forças de luz da vida
Precisa morrer no fundo
Da cova desconhecida.

Se progride, em torno à casa,
O mato bruto, inclemente,
Ninguém dispensa o recurso
Da enxada benevolente.

Na colheita rica e farta,
Há golpes de segador…
A farinha delicada
Passou no triturador.

O pão singelo ou fidalgo
Que abençoa a refeição,
Foi cozido devagar
Ao calor de alta expressão.

Toda vinha de esperança,
De alegria, de fartura
Exige do vinhateiro
As chagas da podadura.

A mesa, o leito, a poltrona,
Que servem todos os dias,
Passaram pelos serrotes
De rudes carpintarias.

Ouve, amigo, e atende à luta!
Que seria do trabalho,
Se a bigorna escapulisse
Das vivas ações do malho?

Que seria da candeia
No instante justo de arder,
Se o óleo fadado à luz
Quisesse permanecer?

Se vais à missão do bem,
Não olvides, meu irmão,
Que o suor gera o serviço,
Em busca da perfeição.

Consome-te no dever,
Sê, tu mesmo, a claridade,
Jesus, para ser Senhor,
Foi servo da Humanidade.

Casimiro Cunha. Psicografia de Chico Xavier. 

Do site “Caminhos de Luz“. 

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Entre um ano que se vai
E outro que se inicia,
Há sempre nova esperança,
Promessas de Novo Dia…

Considera, meu amigo,
Nesse pequeno intervalo,
Todo o tempo que perdeste
Sem saber aproveitá-lo.

Se o ano que se passou
Foi de amargura sombria,
Nosso Pai Nunca está pobre
Do pão de luz da alegria.

Pensa que o céu não esquece
A mais ínfima criatura,
E espera resignado
O teu quinhão de ventura.

Considera, sobretudo
Que precisas, doravante,
Encher de luz todo o tempo
Da bênção de cada instante.

Sê na oficina do mundo
O mais perfeito aprendiz,
Pois somente no trabalho
Teu ano será feliz.

Não esperes recompensas
Dos bens da vida terrestre,
Mas, volve toda a esperança
À paz do Divino Mestre.

Nas lutas, nunca te esqueças
Deste conceito profundo:
O reino da luz de Cristo
Não reside neste mundo.

Não olhes faltas alheias,
Não julgues o teu irmão,
Vive apenas no trabalho
De tua renovação.

Quem se esforça de verdade
Sabe a prática do bem,
Conhece os próprios deveres
Sem censurar a ninguém.

Ano Novo!… Pede ao Céu
Que te proteja o trabalho,
Que te conceda na fé
O mais sublime agasalho.

Ano Bom!… Deus te abençoe
No esforço que te conduz
Das sombras tristes da Terra
Para as bênçãos de Jesus.

Casimiro Cunha. Psicografia de Chico Xavier. Da obra “Cartas do Evangelho”, Editora LAKE.
Fonte: Mensagens FEB

Se desejas luz e paz,
Eis, meu amigo, que insisto,
Na tua vinda, hoje mesmo,
A Escola de Jesus Cristo.

Ruge ainda a tempestade?
Não te perturbes, não temas.
O Evangelho é o templo vivo
Que nos resolve os problemas.

Perdeste tudo em derrotas
Da ambição arrasadora?
Vem renovar teus caminhos,
Partindo da Manjedoura.

Tens aflições, amargura,
Tristezas, enfermidade?
Vem ouvir os pareceres
Do Médico de Verdade.

O sofrimento, o cansaço,
Parecem longos, sem fim?
Escuta o convite eterno,
Repetindo: – “Vinde a Mim!…”

Tens sede de compreensão
Carinhosa e compassiva?
Recorda que, há dois mil anos,
Corre a Fonte da Água Viva.

Queres a vida risonha
Num mar de alegria e flores?
Procura a simplicidade
Dos filhos dos Pescadores.

Sentes dúvidas, anseias,
Quanto à luz dos fins supremos?
Volve ao Messias, embora
No impulso de Nicodemos.

Caíste? Esquece a mentira
Com que ainda te aconselhas.
Coloca os pés noutro rumo,
Busca a Porta das Ovelhas.

Se te envolve a sombra extensa
Da lágrima tormentosa,
Lembra os bens que floresceram
Sobre a Via Dolorosa.

Se padeces a tortura
Do espírito solitário,
Console-te a glória eterna
Que resplendeu no Calvário.

A luta tem sido um fardo
Para a tua alma oprimida?
Atende a Cristo e acharás
Caminho, Verdade e Vida.

Vem à Escola do Evangelho
Da caridade e da luz,
O livro é teu coração,
O Mestre Amado é Jesus.

Apenas recomendamos
Que, antes de entrar, meu irmão,
Deixes, lá fora, as sandálias
Com que adoraste a ilusão.

Casimiro Cunha. Psicografia de Chico Xavier.

Mensagem extraída do site Caminhos de Luz.

Entre um ano que se vai
E outro que se inicia,
Há sempre nova esperança,
Promessas de Novo Dia…

Considera, meu amigo,
Nesse pequeno intervalo,
Todo o tempo que perdeste
Sem saber aproveitá-lo.

Se o ano que se passou
Foi de amargura sombria,
Nosso Pai nunca está pobre
Do pão de luz da alegria.

Pensa que o céu não esquece
A mais ínfima criatura,
E espera resignado
O teu quinhão de ventura.

Considera, sobretudo,
Que precisas, doravante,
Encher de luz todo o tempo
Da bênção de cada instante.

Sê na oficina do mundo
O mais perfeito aprendiz,
Pois somente no trabalho
Teu ano será feliz.

Não esperes recompensas
Dos bens da vida terrestre,
Mas, volve toda esperança
À paz do Divino Mestre.

Nas lutas, nunca te esqueças
Deste conceito profundo:
O reino de luz de Cristo
Não reside neste mundo.

Não olhes faltas alheias,
Não julgues o teu irmão.
Vive apenas no trabalho
De tua renovação.

Quem se esforça de verdade
Sabe a prática do bem,
Conhece os próprios deveres
Sem censurar a ninguém.

Ano Novo!… Pede ao Céu
Que te proteja o trabalho,
Que te conceda na fé
O mais sublime agasalho.

Ano Bom!… Deus te abençoe
No esforço que te conduz
Das sombras tristes da Terra
Para as bênçãos de Jesus.

Casimiro Cunha. Psicografia de Chico Xavier.
Do blog “*RELIGARE*

Procura com o teu suor
O pão, a veste e o abrigo.
Todo homem preguiçoso
É sempre o irmão do mendigo.

Penetra a realidade
Cada dia, cada instante.
Um desengano oportuno
É beneficio importante.

Nunca te esqueças na luta,
Se o mal te punge e ameaça,
Que o coração bom e puro
É sempre a melhor couraça.

Guarda prudência ao lenir
As chagas de teu irmão.
O reconforto indiscreto
Irrita a grande aflição.

Sê bondoso para todos.
Qualquer ajuda é valia
Conquistando em teu favor
A graça da simpatia.

Entre as víboras da astúcia
Não te deixes enganar.
Consciência que se vende
Não vale a pena comprar.

Se vives de mente em fogo,
Perguntando, perguntando…
Perdoa, ajuda e esclarece
E viverás acertando.

Para o despeito infeliz
– Triste monstro envenenado –
Toda alegria é doença,
Todo êxito é pecado.

Não te afastes da amargura.
Toda fuga é imprópria e vã.
A luta guardada hoje
É triste guerra amanhã.

Casimiro Cunha – psicografia de Chico Xavier
Da obra “Gotas de Luz”
Extraída do site Caminhos de Luz

Geralmente, em toda parte,
No ângulo mais sombrio
Dos recantos desprezados,
Vem a aranha e tece o fio.

Escura, silenciosa,
Atendendo ao próprio instinto,
Seja dia, seja noite,
Vai fazendo o labirinto.

Por manter o enorme enredo,
Insiste e nunca esmorece,
Condenar-se por si mesma
É seu único interesse.

Desdobrando movimentos
Nos impulsos insensatos,
Pratica perseguições,
Multiplica assassinatos.

Insetos despreocupados,
Na ilusão cariciosa,
Transformam-se em prisioneiros
Da pequena criminosa.

Satisfeita, a aranha escura.
Prossegue na horrenda lida,
Nos venenos que segrega
Traz a morte e suga a vida.

Mas um dia, o espanador,
Na luta material,
Vem e arranca essa infeliz
Das teias de horror do mal.

A aranha, porém, não cede,
Com teimosia e com arte,
Foge ao bem que se lhe fez,
E vai tecer noutra parte.

Quem medita na conduta
Dessa aranha renitente,
Encontra a cópia fiel
Da vida de muita gente.

A muitos presos do engano,
Deus envia a dor e as provas;
Mas, depois de liberdade,
Vão prender-se em redes novas.

Chico Xavier.
Ditado pelo Espírito Casimiro Cunha. Do site www.gotasdeamoreluz.com.br .

 

Texto retirado do site Mensageiros.org

Imagem extraída do site Obgyn Boston

 

 

 

 


Mãe e bebêMinha irmã, se Deus te deu
A luz da maternidade,
Deu-te a tarefa Divina
de renúncia e da bondade.
Busca imitar no caminho
A Rosa de Nazaré
Irradiando o perfume
De Amor, de humildade e fé.
Lembra sempre em tua estrada,
Que a paz de tua missão
É feita dessa ternura
Que nasce do coração.
Contempla em cada filhinho
Um luminoso sorriso
Da alegria dolorosa
Que te leva ao paraíso
Porque, ser mãe, minha irmã,
É ser prazer sobre as dores
É ser luz, embora a estrada
Tenha sombras e amargores
Ser mãe é ser a energia
Que domina os escarcéus,
É ser nas mágoas da Terra
Um sacrifício dos céus.
Ama o filho de outra mãe
Qual se fora teu também,
E estarás santificando
Teu lar nas luzes do bem.
Castiga amando o teu filho
Em teu carinho profundo.
Prefere o teu próprio ensino
Às tristes lições do mundo.
Recorda que está contigo
A missão de renovar,
De corrigir perdoando,
De esclarecer e ensinar.
Nos teus exemplos repousa
A esperança do Senhor,
Que há de salvar este mundo
Por meio de Teu Amor.

CASIMIRO CUNHA
Livro: CARTAS DO EVANGELHO
Psicografia: Francisco Cândido Xavier

 

 

Texto retirado do site Mensageiros.org

Imagem extraída do site Obgyn Boston 

 

  

 

 


Mãe e bebêMinha irmã, se Deus te deu
A luz da maternidade,
Deu-te a tarefa Divina
de renúncia e da bondade.
Busca imitar no caminho
A Rosa de Nazaré
Irradiando o perfume
De Amor, de humildade e fé.
Lembra sempre em tua estrada,
Que a paz de tua missão
É feita dessa ternura
Que nasce do coração.
Contempla em cada filhinho
Um luminoso sorriso
Da alegria dolorosa
Que te leva ao paraíso
Porque, ser mãe, minha irmã,
É ser prazer sobre as dores
É ser luz, embora a estrada
Tenha sombras e amargores
Ser mãe é ser a energia
Que domina os escarcéus,
É ser nas mágoas da Terra
Um sacrifício dos céus.
Ama o filho de outra mãe
Qual se fora teu também,
E estarás santificando
Teu lar nas luzes do bem.
Castiga amando o teu filho
Em teu carinho profundo.
Prefere o teu próprio ensino
Às tristes lições do mundo.
Recorda que está contigo
A missão de renovar,
De corrigir perdoando,
De esclarecer e ensinar.
Nos teus exemplos repousa
A esperança do Senhor,
Que há de salvar este mundo
Por meio de Teu Amor.

 

CASIMIRO CUNHA
Livro: CARTAS DO EVANGELHO
Psicografia: Francisco Cândido Xavier

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