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Doação com Jesus, alma querida e boa,
Não é somente o apoio que transmites
Em socorro à penúria, tantas vezes,
Sob duros limites! …

É muito além do verbo que a define
Doação com Jesus é o Céu que se condensa
Na fé que se transforma em reconforto,
Sem cogitar de recompensa.

Está no olhar que enxerga as erosões e os charcos
No caminho em que avança,
Mas em vez de acusar a terra desprezada
Nela semeia flores de esperança…

Mora no ouvido compassivo e calmo
Que a bondade alicerça,
E do mal faz o bem, sem alarde e sem queixa,
Na luz da compreensão que sublima a conversa!

Brilha nas mãos que servem no silêncio,
Seja amparando alguém que a sombra desvirtua,
Lavando um prato humilde, afagando um doente
Ou removendo um seixo em recanto da rua! …

Vibra na voz que aceita os dias tristes,
Falando no esplendor dos dias que virão,
A extinguir em carinho e tolerância
A ira, o desespero, a irritação…

Faz-se doce clarão na atitude sincera
De quem se acolhe ao bem, por norma definida,
Desculpando e servindo, ajudando e aprendendo,
Edificando em paz e abençoando a vida! …

Doação com Jesus é tudo quanto eleva,
Venha de onde vier e seja com quem for,
Algo do coração que confia e se entrega
Para estender no mundo a vitória do Amor.

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier.
Do site “Caminhos de Luz“.

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No tempo que se desdobra,
Sem um minuto de sobra
No dia a se recompor,
Entendendo o tempo agora,
Pelos bens de toda hora,
Muito obrigado, Senhor!…

Pelo Sol que envolve o mundo
Pelo chão vivo e fecundo,
Pela fonte, pela flor,
Por toda a amplidão que vejo
Do trabalho benfazejo,
Muito obrigado, Senhor!

Pela fé que me descansa
No regaço da esperança,
Pelas promessas do amor,
Pelo caminho risonho
Do ideal a que me exponho,
Muito obrigado, Senhor!…

Por todas as alegrias,
Ante as bênçãos que me envias
Do Plano Superior,
Pelos problemas e provas
Da senda em que me renovas,
Muito obrigado, Senhor!…

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier. Do site “Caminhos de Luz“.

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui .

Senhor!… Enquanto o tempo se renova
Nos vastos horizontes deste dia,
Aspiro a ser, onde me colocares,
A lembrança de paz e alegria.

Ante a explosão de amor com que envolves o mundo,
Deixa que eu seja um raio de esperança
A todo coração desalentado
Que procura encontrar-te e ainda não te alcança.

Que eu tenha os próprios braços no socorro
À penúria de todos os matizes.
Entretanto, senhor, faze de mim também a palavra de fé
Levantando na estrada os tristes e infelizes.

Converte-me a visão em caridade,
Dá-me o dom de servir sem perguntar a quem,
Conserva-me na escola do dever,
Faze de minhas mãos artífices do bem.

Ampara-me, Senhor, para que me transforme;
Na seara da vida e seja com quem for,
Num singelo canteiro de trabalho
A bendizer-te a luz e a florir-se de amor!

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier. Do site “Caminhos de Luz“.

Por favor, ore conosco.

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Senhor!… Enquanto o tempo se renova
Nos vastos horizontes deste dia,
Aspiro a ser, onde me colocares,
A lembrança de paz e alegria.

Ante a explosão de amor com que envolves o mundo,
Deixa que eu seja um raio de esperança
A todo coração desalentado
Que procura encontrar-te e ainda não te alcança.

Que eu tenha os próprios braços no socorro
À penúria de todos os matizes.
Entretanto, senhor, faze de mim também a palavra de fé
Levantando na estrada os tristes e infelizes.

Converte-me a visão em caridade,
Dá-me o dom de servir sem perguntar a quem,
Conserva-me na escola do dever,
Faze de minhas mãos artífices do bem.

Ampara-me, Senhor, para que me transforme;
Na seara da vida e seja com quem for,
Num singelo canteiro de trabalho
A bendizer-te a luz e a florir-se de amor!

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier. Do site “Caminhos de Luz“.

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Agradeço, senhor, o mundo em verde e flor Que nos fizeste…

– A Terra – O lar de luz que se equilibra, em pleno Lar Celeste!…

Agradeço a esperança que me acalenta o ser,

A benção de servir, o Dom de compreender…

Agradeço a amizade em que meu coração se renova e se ufana, toda vez que se alegra ou se refaz, no entendimento da ternura humana.

Agradeço a lição do sofrimento, no cadinho da prova em que me exaltas, entregando-me a dor por auxílio divino e apagando em silêncio as minhas próprias faltas !…

Agradeço a instrução e o carinho da escola,

O socorro do bem e a palavra tranquila que me ajuda ou consola!…

Agradeço a alvorada, o Sol que me sustenta e acaricia,

A noite que me acalma o pensamento, o pão de cada dia…

Entretanto, meu Deus, mais do que tudo, agradeço-te em prece enternecida

O regaço materno que me trouxe para a glória da vida!…

Em tudo, em todo o tempo e em toda a parte, sê bendito, Senhor,

Pela santa Mãezinha que me deste, me tesouro de amor!

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier.

Do site “Caminhos de Luz”.

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Por favor, ore conosco.

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No tempo que se desdobra,
Sem um minuto de sobra
No dia a se recompor,
Entendendo o tempo agora,
Pelos bens de toda hora,
Muito obrigado, Senhor!…

Pelo Sol que envolve o mundo
Pelo chão vivo e fecundo,
Pela fonte, pela flor,
Por toda a amplidão que vejo
Do trabalho benfazejo,
Muito obrigado, Senhor!

Pela fé que me descansa
No regaço da esperança,
Pelas promessas do amor,
Pelo caminho risonho
Do ideal a que me exponho,
Muito obrigado, Senhor!…

Por todas as alegrias,
Ante as bênçãos que me envias
Do Plano Superior,
Pelos problemas e provas
Da senda em que me renovas,
Muito obrigado, Senhor!…

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier. Do site “Caminhos de Luz“.

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Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Por favor, ore conosco.

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FELIZ NATAL!

Muita saúde, paz, harmonia e alegria para vocês e suas famílias.

São os votos da família do Blog Meditando

Fonte da imagem

***

CONVITE DE NATAL

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier.

Do site “O Espiritismo.com.br

Enquanto a glória do natal se expande

Aqui, ali, além

Toda a Terra se veste de esperança

Para a festa do bem !

Natal ! … Refaz-se a vida, alguém ressurge

Nos clarões com que o céu te anuncia ….

É Jesus pedir-te que repartas do teu pão de

Alegria.

Para louvar-lhe os dons da presença Divina,

Não digas, alma irmã, que nada tens;

A riqueza do amor, no coração fraterno,

É o maior de teus bens…

Quando o dia se esvai e a noite desce

Ao comando da sombra que a domina,

Para varrer a escuridão da estrada

Basta a luz de uma vela pequenina.

O deserto se esfalfa em longa sede,

Na solidão em que se configura …

Se chega simples fonte,

Ei-lo mudado em flórida espessura! ….

Ninguém sabe tão bem, senão aquele

Que a penúria desgasta ou desconforta,

O valor de uma veste contra o frio,

O Tesouro de um prato dado à porta.

A migalha de força é a base do universo,

Desde a furna terrestre à estrela mais remota !…

Todo livro se escreve, letra a letra,

Compõe-se a melodia, nota a nota

Alma irmã, no serviço da bondade

Jamais te afirmes desfavorecida

Pobres sementes formam ricas messes !

Assim também na vida . . .

O cobertor, o pão, a prece, o abraço,

Uma frase de paz e compreensão

Podem criar prodígios de trabalho

De reconforto e de ressurreição

Natal ! … dá de ti mesmo o quanto possuas,

No amparo à retaguarda padecente;

Toda bênção de auxílio é socorro celeste,

Que Deus amplia indefinidamente.

Natal ! recorda o Mestre da Bondade !

Ele, o cristo e Senhor

Acendeu sobre a Terra o sol do Novo Reino

Com migalhas de amor!

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Por favor, ore conosco.

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Dizes-te, às vezes, pobre e sem recursos,
Que ninguém te sorri…
Entretanto, não vês que trazes, ao dispor,
Um tesouro de vida superior,
Que podes espalhar, começando de ti.

Ergue-se de teu verbo o ensejo santo
De transmitir o bem a quem te escuta
Exterminando o mal…Guardas, portanto,
A magia do Céu e o doce encanto
Da voz que estende a paz e extingue a luta.
Tens nos olhos e ouvidos sentinelas,
De modo a ver em ti e, em derredor,
Os males a vencer, rixas e bagatelas,
Na construção do bem pela qual te desvelas,
Em louvor do melhor.

Tens nas mãos duas harpas prodigiosas
Capazes de entoar a melodia,
Da beleza, do amor e da alegria,
Criando arte e cultura, luz e rosas
Ao sol de cada dia.

Dizes-te, às vezes, pobre e sem recursos,
Que ninguém te sorri…
No entanto, tens contigo, seja em qualquer lugar,
A bênção de servir e trabalhar,
A riqueza mais alta que já vi.

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier.
Do site “Caminhos de Luz“.

Se a tua fé não vê ou ainda não viu
A presença da lágrima ou do espinho
Para vencer nos lances do caminho,
Os perigos da marcha e as surpresas da treva.

Se a tua fé não ouve ou ainda não ouviu,
Entre as flores que leva
Desde o berço da crença até agora,
O insulto em que a maldade se avigora,
A fim de que lhe dês,
Outra vez e outra vez,
O apoio da paciência e a lição da bondade…

Se a tua fé não encontrou ainda
Algo que a desagrade,
Na tarefa bem-vinda
Que te impele a servir ao amor e á verdade.
Se a tua fé não teve ou ainda não tem
Ofensas a perdoar e injúrias a esquecer,
No sublime dever
De amparar, socorrer ou levantar alguém…

Se enfim, a tua fé não conheceu
Angústia ou desabrigo,
Se ela não sofre ou ainda não sofreu
Golpes do orgulho vão,
Escárnio, desafio, tentação,
Para que aprendas, coração amigo,
Resistência e humildade,
A tua fé, portanto,
Não passa, por enquanto,
De um sonho que não veio à realidade!…

Porque a fé verdadeira
Que redime e renova a Humanidade,
E vale, em tudo para a vida inteira,
A fé que tanto ama e anda de rastros
Quanto vibra e se eleva para os astros,
Fé valente e profunda,
Que inspira, exemplifica, ergue e fecunda,
Será sempre obtida na batalha,
Na Terra ou Mais Além,
No coração que luta ou se estraçalha
Para a glória do Bem.

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier.
Do site “Caminhos de Luz“.

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

No tempo que se desdobra,
Sem um minuto de sobra
No dia a se recompor,
Entendendo o tempo agora,
Pelos bens de toda hora,
Muito obrigado, Senhor!…

Pelo Sol que envolve o mundo
Pelo chão vivo e fecundo,
Pela fonte, pela flor,
Por toda a amplidão que vejo
Do trabalho benfazejo,
Muito obrigado, Senhor!

Pela fé que me descansa
No regaço da esperança,
Pelas promessas do amor,
Pelo caminho risonho
Do ideal a que me exponho,
Muito obrigado, Senhor!…

Por todas as alegrias,
Ante as bênçãos que me envias
Do Plano Superior,
Pelos problemas e provas
Da senda em que me renovas,
Muito obrigado, Senhor!…

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier. Do site “Caminhos de Luz“.

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Alcei ao Alto o olhar, um dia,
Como quem desejasse adivinhar
Que prodígio de sóis encontraria
No celeste esplendor do Eterno Lar…

Vendo constelações e nebulosas
Lançando irradiações maravilhosas,
Indaguei do mentor que seguia a meu lado:
– “Na faixa de trabalho a que me abrigo,
Quereria saber, prezado amigo,
Se todo este Universo que entrevemos,
Astros e luzes pelos Céus supremos,
Vem a ser limitado ou iluminado…

Onde se ocultaria a rútila nascente,
A luz primeira da primeira fonte
Do Universo esplendente,
A vibrar e a fulgir, acima do horizonte?”

Na bondade que marca os grandes instrutores,
Ele apenas me disse: “Irmã Dolores,
Conhecimento exige gradação,
Não faças do porvir um ponto de aflição…

Sigamos, passo a passo,
Sem antecipações do Tempo, ante as forças do Espaço.
Aprimora-te, estuda, informa e ensina,
Mas fitando as Alturas,
Não tentes alcançar em visões prematuras,
Todo o excelso fulgor da Grandeza Divina…”

Interrompeu-se um tanto, ao pisarmos na Terra,
E prosseguiu depois, em tom profundo:
– “Nota, irmã, este nosso antigo mundo…
Quantas lições encerra!
Quem nos explicará, conscientemente,
O segredo interior de uma simples semente?

Que força existirá na flor que desabrocha,
Como entender a formação do mar
E a gênese da rocha?
É preciso, porém, caminhar, caminhar,
E servir por dever…

Outros pesquisarão na luz da inteligência
Os princípios celestes da existência…
Quanto a nós, entretanto,
Vendo tantos irmãos em dura prova,
Sem mágoa e sem espanto,
Cabe-se acender a luz da vida nova
E construir o bem ao suprimir a dor.

Busquemos o trabalho que nos chama,
Não há tempo a perder…
Vemos, por toda parte, o mundo que reclama:
– Quanta cousa a fazer! …

Por agora, é impossível
Definimos, por nós, os mundos de alto nível;
Mas podemos ouvir, do palácio à choupana,
Toda a tribulação que atinge a vida humana…
Quantas mães, temos hoje a confortar,
Marcadas pela dor que lhes aflige o lar?

Quantos homens leais aguardam fortaleza,
A fim de prosseguir na luta que os retém
Sustentando no mundo a batalha do bem?
Quantos irmãos doentes sem defesa?
Quantos pedintes amargando crises?
Quantas crianças tristes e infelizes?
Quantos amigos jazem mutilados,
Quantos deles se arrastam desprezados?
Quantos barracos tombam sob o vento?
Quantas mansões guardando o sofrimento?
Quantos homens, tentando a deserção da vida?
Como paralizar tanto impulso suicida?

Na pausa do instrutor que silencia, atento,
Fitei de novo, a luz do firmamento
E de olhar retornando à vastidão do mundo,
Eis que em meditação e em prece me aprofundo…
E concluí, de mim para comigo:
– Deus de Infinito Amor, por tudo te agradeço,
Não me deixes, porém, pensar em céus que ainda não mereço! …
Dá-me forças na estrada em que prossigo,
A Terra que nos deste é o nosso imenso lar…
Faze-me trabalhar! …

Ajuda-me, Senhor,
A espalhar a esperança, a cultivar amor
E deixa-me aceitar e compreender
Tanta gente a lutar, tanta cousa a fazer!…

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier. Do site “Caminhos de Luz“. 

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

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Alma querida, escuta!… Entre os lances do mundo,
Se escorregaste à beira do caminho
E caíste, talvez, em pleno desalinho,
Na sombra que te faz descrer ou desvairar,
Ante a dor que visita, a renovar-te anseios,
Não desprezes pensar! … Levante-te e confia,
Porque a vida te pede, abrindo-te outro dia:
– Começar outra vez, trabalhar, trabalhar!…

Ergue-te regressando à estrada justa,
Contempla a terra amiga em derredor,
Vê-la-ás, pormenor em pormenor,
Por mãe que sofra e sangra, a recriar …
Medita na semente à sós, que o lavrador sepulta…
Quando alguém a supõe, humilhada e indefesa,
Ressurge em brilho verde, ouvindo a Natureza:
– Começar outra vez, trabalhar, trabalhar!…

Fita o perfurador rasgando as entranhas da gleba;
O homem que o maneja, a golpes persistentes,
Pesquisa, sem cessar, todos os continentes,
Do deserto escaldante aos recessos do mar…
E eis que a lama oleosa, esquecida há milênios,
Trazida à flor do chão, é ouro e combustível,
Que o progresso conclama em ordem de alto nível:
– Começar outra vez, trabalhar, trabalhar!…

Toda força lançada em desvalia
Quando erguida, de novo, em apoio de alguém,
Retoma posição no serviço do bem,
Utilidade viva a circular…
Olha a pedra moída, em função do cimento
E o barro que assegura a gestação do trigo,
Falando a todos nós, em tom seguro e amigo:
– Começar outra vez, trabalhar, trabalhar!…

Assim também, alma fraterna e boa,
Se caíste em momentos infelizes,
Não te abatas, nem te marginalizes,
Levanta-te e retoma o teu próprio lugar!…
Aceita os grilhões das provas necessárias,
Esquece, age, abençoa, adianta-te e lida,
E escutarás a voz da Lei de Deus na vida:
– Começar outra vez, trabalhar, trabalhar!…

Maria Dolores. Psicografia de Chico Xavier

Do site Caminhos de Luz

E suportas, sem pausa, alma querida,
Doença, inquietação, infortúnio, tristeza,
No imenso desencanto da alma presa
No grande espinheiral de ansiedade e de dor…
Ninguém entende as lágrimas que choras,
Pois em tudo de bom que o mundo te oferece,
Retiras tão somente o socorro da prece,
Por doação de paz, no Céu, em teu favor.

Na vastidão da noite, entregue ao pensamento,
O silêncio é uma farpa em que te cortas…
Ajuntas esperanças semimortas,
Sem que a memória as possa carregar…
Onde os teus sonhos? Onde os teus projetos?
Todos se foram sob a ventania
Da provação que ruge e rodopia,
Extinguindo o prazer e deixando o pesar.

Entretanto, não temas. Luta e segue…
Alguém te escuta e vê a presença sofrida,
Resguardando-te a fé e amparando-te a vida,
Doando-te consolo, paz e luz.
Chora, sem atirar-te ao desespero,
Tolera a própria dor, por mais estranha,
No apoio desse alguém que te acompanha,
Que esse alguém é Jesus.

Maria Dolores – psicografia de Chico Xavier
Do site http://www.caminhosluz.com.br  

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

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Senhor Jesus!…

Ante o Natal, agradecemos

A enorme evolução que nos permites.

Iluminaste a inteligência humana

Para vitórias quase sem limites.

 

Nunca subimos tanto!… Num minuto,

Nações se comunicam, pólo a pólo…

O homem revolve a Terra, em toda parte,

Desde as grimpas do Espaço às entranhas do Solo.

 

Entretanto, Senhor,

Enquanto o carro do progresso avança,

Atropelando as multidões do mundo,

Surge a dor na carência de esperança.

 

Pela força dos Céus, tão alto nos elevas,

E lutamos ainda em conflitos extremos…

Concede-nos, no amor com que nos guardas,

A proteção da paz que ainda não temos.

 

Natal!… Ouve, Jesus, as trompas de ouro

Que te exaltam na Terra os dons divinos!…

Com o amparo de Deus, tão grandes nos fizeste!

Ensina-nos, Senhor, como ser pequeninos!…

 

Maria Dolores – Psicografia de Chico Xavier

Do site www.caminhosluz.com.br

 

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Por favor, ore conosco.

Confira nossa coletânea de preces clicando aqui.

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

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Gostaria de sugerir uma prece espírita para ser publicada neste espaço? Escreva para nós! Nosso e-mail é blogmeditando@yahoo.com . Sua sugestão será muito bem-vinda. Agradecemos desde já!  

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

Maria Dolores

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

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Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

Na senda que me deste a percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

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Maria Dolores

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Coração, ouve!… Se queres

A bênção da paz constante,

Trabalha e segue adiante,

Cumprindo o próprio dever…

Para vencer no caminho

Tristeza, treva e pesar,

Muito mais do que lembrar

A vida roga esquecer.

Esquece as mágoas sofridas,

As horas do céu cinzento,

O azedume, o desalento,

E os tempos de provação;

Renova-te, dia-a-dia,

Não pares, contando lutas,

Progresso é o lema que escutas

No mundo em transformação.

Tudo procura a vanguarda,

A flor converte-se em fruto,

Do cascalho rijo e bruto,

Eis o diamante a surgir…

O fio forma o agasalho,

A própria noite se esquece

Na aurora que resplandece

Buscando a luz do porvir.

Da própria queda no erro,

Levanta-te e segue à frente,

Servindo incessantemente,

Tudo podes refazer;

Não te detenhas na angústia,

Ante o mal, prossegue e olvida,

As próprias nódoas da vida

A vida pede esquecer.

MARIA DOLORES

em “A Vida Conta”- psicografia de Francisco Cândido Xavier

Fonte da mensagem: Blog *RELIGARE*

Agradeço, Senhor,

Quando me dizes “não”

Às súplicas indébitas que faço,

Através da oração.

 

Muitas daquelas dádivas que peço,

Estima, concessão, posse, prazer,

Em meu caso talvez fossem espinhos,

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De outras vezes, imploro-te favores,

Entre lamentação, choro, barulho,

Mero capricho, simples algazarra,

Que me escapam do orgulho…

 

Existem privilégios que desejo,

Reclamando-te o “sim”,

Que, se me florescessem na existência,

Seriam desvantagens contra mim.

 

Em muitas circunstâncias, rogo afeto,

Sem achar companhia em qualquer parte,

Quando me dás a solidão por guia

Que me inspire a buscar-te.

 

Ensina-me que estou no lugar certo,

Que a ninguém me ligaste de improviso,

E que desfruto agora o melhor tempo

De melhorar-me em tudo o que preciso.

 

Não me escutes as exigências loucas

Faze-me perceber

Que alcançarei além do necessário,

Se cumprir o meu dever.

 

Agradeço, meu Deus,

Quando me dizes “não” com teu amor,

E sempre que te rogue o que não deva,

Não me atendas, Senhor!…

 

 

Maria Dolores

 

Da obra “Poetas Redivivos”, diversos autores, psicografia de Chico Xavier, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

 

 

Por favor, ore conosco.

 

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Está sendo procurado.
Homem considerado galileu.
Trinta e três anos.
Pele clara e expressão triste.
Cabelos longos e barba maltratada.
Marcas sanguinolentas nas mãos e nos pés.

Caminha habitualmente, acompanhado de mendigos e vagabundos, doentes e mutilados, cegos e infelizes.


Onde aparece, freqüentemente é visto entre grande séquito de mulheres , sendo algumas de má vida, com crianças esfarrapadas. Quase sempre está seguido por doze pescadores e marginais. Demonstra respeito para com as autoridades, determinando se dê a César o que é de César, mas espalha ensinamentos
contrários à Lei antiga, como sejam:
– o perdão das ofensas;
– o amor aos inimigos;
– a oração em favor daqueles que nos perseguem ou caluniam;
– a distribuição indiscriminada de dádivas com os necessitados;
– o amparo aos enfermos, sejam eles quais forem;
– e chega ao cúmulo de recomendar que uma pessoa espancada numa face ofereça a outra ao agressor.

Ainda não se sabe se é um mágico, mas testemunhas idôneas afirmam que ele multiplicou cinco pães e dois peixes em alimentação para mais de cinco mil pessoas, tendo sobrado doze cestos.
Considerado impostor por haver trazido pessoas mortas à vida, foi preso e espancado.
Sentenciado à morte, com absoluta aprovação do próprio povo, que o condenou, de preferência à Barrabás, malfeitor conhecido, recebeu insultos e pedradas, sem reclamar, quando conduzia a cruz às costas.

Não se ofendeu, quando questionado pela Justiça, complicando-se-lhe a situação, porque seus próprios seguidores o abandonaram nas horas difíceis.

Sob afrontas e zombarias, foi crucificado entre dois ladrões.
Não teve parentes que lhe demonstrassem solidariedade, a não ser sua Mãe, uma frágil mulher que chorava aos pés da cruz. Depois de morto, não se encontrou lugar para sepultá-lo, senão lodoso recanto de um túmulo por favor de um amigo. Após o terceiro dia do sepultamento, desapareceu do sepulcro e já foi visto por diversas pessoas que o identificaram pelas chagas sangrentas dos pés e das mãos. Esse é o homem que está sendo cuidadosamente procurado.

Seu nome é Jesus de Nazaré.
Se puderes encontrá-lo, deves segui-lo para sempre.

 

Maria Dolores (espírito), Chico Xavier (médium)

Do site Vida e Morte.org

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***
Complementando o que foi dito acima, afirmamos que o único objetivo deste blog é divulgar a Doutrina Espírita. Buscamos obedecer as leis dos homens, ato que também configura respeito a Deus.

Ao publicarmos mensagens e trechos de obras, nosso único intento é divulgar o Espiritismo,e não de distribuir livros ou qualquer material de forma ilegal. Por isso, caso o detentor dos direitos de qualquer material aqui publicado julgue que ele deve ser retirado, por gentileza contate-nos via comentário no blog e o faremos prontamente. Repetimos, respeitamos as leis dos homens e os direitos alheios, como modo de respeito a Deus.
***
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