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Quanta aflição desaparecerá no nascedouro, se souberes sofrer em silêncio! Quanta amargura esquecida, se desculpares o fel!

Rogas a paz do Senhor, mas o Senhor igualmente espera por teu concurso na paz dos outros.

Reflete nas necessidades de teu irmão, antes de lhe apreciares o gesto impensado. Em muitas ocasiões, a agressividade com que te fere é apenas angústia e a palavra ríspida com que te retribui o carinho são tão somente a chaga do coração envenenando-lhe a boca.

Auxilia mil vezes, antes de reprovar uma só.

Os charcos emitem correntes enfermiças por não haver encontrado mãos que o secassem e o deserto provoca sede e sofrimento por não ter recebido o orvalho da fonte.

Deixa que a piedade se transforme no teu coração em socorro mudo, para que a dor esmoreça.

Não estendas a fogueira do mal com o lenho seco da irritação e do ódio!

Espera e ama sempre!

Em silêncio, a árvore podada multiplica os próprios frutos e o céu assaltado pela sombra noturna descerra a glória dos astros!…

Lembra-te do Cristo, o Amigo silencioso.

Sem reivindicações e sem ruído, escreveu os poemas imortais do perdão e do amor, da esperança e da alegria no coração da Terra.

Busquemos NELE o nosso exemplo na luta diária e, tolerando e ajudando hoje, na estreita existência humana, recolheremos amanhã as bênçãos da luz silenciosa que nos descerrará os caminhos da Vida Eterna.

Pelo Espírito Meimei – do Livro Ideal Espírita – Psicografia de Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos.

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Reforma íntima: duas palavras que enfeixam numerosos apelos à sublimação espiritual.

Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere em que a ignorância se aguilhoa à penúria de espírito, conduzindo aos antros sombrios de nossos débitos a santificante claridade da libertação.

Ensina-me, Senhor, a compreender a harmonia com que distribuíste sabiamente as cores nos quadros da natureza, no orbe que nos emprestaste para viver.

Não menosprezes a migalha de amor que te pode marcar o concurso no serviço do bem.

Estende o coração através dos braços e auxilia sempre.

Meimei. Psicografia de Chico Xavier. Do site “Caminhos de Luz“.

É pela bênção do trabalho que podemos esquecer os pensamentos que nos perturbam, olvidar assuntos amargos, servindo ao próximo, no enriquecimento de nós mesmos.

Com o trabalho, melhoramos nossa casa e engrandecemos o trecho de Terra onde a Providência nos situou.

Ocupando a mente, o coração e os braços na tarefas do Bem, exemplificamos a verdadeira fraternidade e adquirimos o tesouro da simpatia, com o qual angariaremos o respeito e a cooperação dos outros.

Quem não sabe ser útil não corresponde à Bondade do Céu, não atende aos seus justos deveres para com a Humanidade e nem retribui a dignidade da Pátria amorosa que serve de Mãe.

O trabalho é uma instituição de Deus.

Meimei. Psicografia de Chico Xavier.
Do site “Os Mensageiros

É verdade.
Por mais que silencies e por mais que a prudência te assinale as manifestações, a vida te exige relacionamento.
E o relacionamento te pede falar.
Surgem aqueles que se referem ao tempo e às dificuldades do mundo.
Outros se reportam aos fatos da época em que vives, comentando ocorrências que a imprensa divulga.
E, em muitas ocasiões, anotas a inconveniência e a infelicidade dos apontamentos expostos.
Quando isso acontecer, respeita as qualidades e os créditos daqueles que comandam as notas que o boato acalenta e modifica a situação.
Todo diálogo assemelha-se à estrada de que se pode retirar esse ou aquele ramal para determinados fins.
À vista disso, quando a conversação ambiente se te mostre indesejável,usa tato e caridade e improvisa um ramal para o trânsito de novas idéias.
Feito isso, tanto quanto possível e se possível, auxilia aos circunstantes, falando de Jesus.

Meimei. Psicografia de Chico Xavier.
Do site “O Espiritismo“.

Um velho Judeu, de alma torturada por pesados remorsos, chegou, certo dia, aos pés de Jesus, e confessou-lhe estranhos pecados.

Valendo-se da autoridade que detinha no passado, havia despojado vários amigos de suas terras e bens, arremessando-os à ruína total e reduzindo-lhes as famílias a doloroso cativeiro. Com maldade premeditada, semeara em muitos corações o desespero, a aflição e a morte.

Achava-se, desse modo, enfermo, aflito e perturbado… Médicos não lhe solucionava os problemas, cujas raízes se perdiam nos profundos labirintos da consciência dilacerada.
O Mestre Divino, porém, ali mesmo, na casa de Simão Pedro, onde se encontrava, orou pelo doente e, em seguida, lhe disse:

– Vai em paz e não peques mais.

O ancião notou que uma onda de vida nova lhe penetrava o corpo, sentindo-se curado, e saiu, rendendo graças a Deus.

Parecia plenamente feliz, quando ao atravessar a extensa fila dos sofredores que esperavam pelo Cristo, um pobre mendigo, sem querer, pisou-lhe num dos calos que trazia nos pés.

O enfermo restaurado soltou um grito terrível e atacou o mendigo a bengaladas.

Estabeleceu-se grande tumulto.

Jesus veio à rua apaziguar os ânimos.

Contemplando a vítima em sangue, abeirou-se do ofensor e falou:

– Depois de receberes o perdão, em nome de Deus, para tantas faltas, não pudestes desculpar a ligeira precipitação de um companheiro mais desventurado que tu?

O velho judeu, agora muito pálido, pôs as mãos sobre o peito e bradou para Cristo:

– Mestre, socorre-me!… Sinto-me desfalecer de novo… Que será isto?

Mas Jesus, apenas respondeu, muito triste:

– Isto meu irmão é o ódio e a cólera que outra vez chamaste ao próprio coração.

E, ainda hoje, isso acontece a muitos que, por falta de paciência e de amor, adquirem amargura, perturbação e enfermidade.

Meimei. Psicografia de Chico Xavier.
Do site “Reflexões Espíritas

Eis a dupla singular
– Escora que nos descansa:
Sentir sem desanimar,
Nunca perder a esperança.

Se sofres, serve e confia,
Não te queixes, nem te irrites.
Espera. A bênção de Deus
É proteção sem limites.

Meimei. Psicografia de Chico Xavier.
Do site “Universo Espírita“.

(Para baixar o áudio desta mensagem, por favor clique aqui.)

Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo.

Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.

A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão da areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.

Não permitas, assim que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.

Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.

Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.

A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse para renovar-se diariamente, em festa de amor e luz.

Meimei. Psicografada por Francisco Cândido Xavier
Do site “Os Mensageiros

Quando pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dividas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.

Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem exame, pequeninas faltas alheias.

Por isso mesmo Jesus, em nos ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém nos tenha causado.

Se não oferecermos repouso à mente do próximo, como poderemos aguardar o descanso para os nossos pensamentos?

Será justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar a residência do vizinho?

A paz é também alimento da alma, e, se desejamos tranqüilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento e da harmonia que devemos aos demais.

Quando pedirmos a tolerância do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos outros com a nossa tolerância.

Auxiliemos sempre.

Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.

Meimei. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Da obra “Pai Nosso”
Do site O Espiritismo

Desejava, Jesus,

Ter um grande armazém

De bondade constante

Maior do que os maiores que conheço

Para entregar sem preço

Às criaturas de qualquer idade

As encomendas de felicidade

Sem perguntar a quem.

Eu desejava ter um braço mágico

Que afagasse os doentes

Sem qualquer distinção

E um lar onde coubesse

Todas as criancinhas

Para que não sentissem solidão.

Desejava, Senhor,

Todo um parque de amor

Com flores que cantassem,

Embalando os pequeninos

Que se encontram no leito

Sem poderem sair,

E uma loja de esperança

Para todas as mães.

Eu queria ter comigo

Uma estrela em cuja luz

Nunca pudesse ver

Os defeitos do próximo

E dispor de uma fonte cristalina

De água suave e doce

que pudesse apagar

Toda palavra que não fosse

Vida e felicidade.

Eu queria plantar

Um jardim de união

Junto de cada moradia

Para que as criaturas se inspirassem

No perfume da paz e da alegria.

Eu queria, Jesus,

Ter os teus olhos

Retratados nos meus

A fim de achar nos outros,

Nos outros que me cercam,

Filhos de Deus

E meus irmãos que devo compreender e respeitar.

Desejava, Senhor, que a benção do Natal

Estivesse entre nós, dia por dia,

E queria ter sido

Uma gota de orvalho

Na noite em que nasceste

A refletir,

Na pequenez de minha condição,

A luz que vinha da canção

Entoada nos Céus:

-“Glória a Deus nas Alturas,

Paz na Terra,

Boa Vontade em tudo,

Agora e para sempre!…”

Meimei

Médium: Francisco Cândido Xavier

Do site Singela Homenagem (http://laura.sites.uol.com.br/chico.html)

Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.

Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo.

Crê e batalha.

Esforça-te no bem e espera com paciência.

Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permanecerá.

De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.

Eleva, pois, o teu olhar e caminha.

Luta e serve.

Aprende e adianta-te.

Brilha a alvorada além da noite.

Hoje é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com aflição ou ameaçando-te com a morte…

Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia.

Meimei

Psicografia de Francisco Cândido Xavier 

Do site www.oespiritismo.com.br

Quando pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.

Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem exame, pequeninas faltas alheias.

Por isso mesmo Jesus, em nos ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém nos tenha causado.

Se não oferecermos repouso à mente do próximo, como poderemos aguardar o descanso para os nossos pensamentos?

Será justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar a residência do vizinho?

A paz é também alimento da alma, e, se desejamos tranqüilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento e da harmonia que devemos aos demais.

Quando pedirmos a tolerância do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos outros com a nossa tolerância.

Auxiliemos sempre.

Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.

Autora: Meimei

Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Pai Nosso 

Do site O Espiritismowww.oespiritismo.com.br

Quanta aflição desaparecerá no nascedouro, se souberes sofrer em silêncio! Quanta amargura esquecida, se desculpares o fel!

Rogas a paz do Senhor, mas o Senhor igualmente espera por teu concurso na paz dos outros.

Reflete nas necessidades de teu irmão, antes de lhe apreciares o gesto impensado. Em muitas ocasiões, a agressividade com que te fere é apenas angústia e a palavra ríspida com que te retribui o carinho são tão somente a chaga do coração envenenando-lhe a boca.

Auxilia mil vezes, antes de reprovar uma só.

Os charcos emitem correntes enfermiças por não haver encontrado mãos que o secassem e o deserto provoca sede e sofrimento por não ter recebido o orvalho da fonte.

Deixa que a piedade se transforme no teu coração em socorro mudo, para que a dor esmoreça.

Não estendas a fogueira do mal com o lenho seco da irritação e do ódio!

Espera e ama sempre!

Em silêncio, a árvore podada multiplica os próprios frutos e o céu assaltado pela sombra noturna descerra a glória dos astros!…

Lembra-te do Cristo, o Amigo silencioso.

Sem reivindicações e sem ruído, escreveu os poemas imortais do perdão e do amor, da esperança e da alegria no coração da Terra.

Busquemos NELE o nosso exemplo na luta diária e, tolerando e ajudando hoje, na estreita existência humana, recolheremos amanhã as bênçãos da luz silenciosa que nos descerrará os caminhos da Vida Eterna.

Pelo Espírito Meimei – do Livro Ideal Espírita – Psicografia de Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos.

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Pensa na dor dos que não esperaram…

Às vezes, ruge a tempestade da incompreensão no ambiente doméstico e experimentas o ímpeto de reagir colericamente.

Entretanto, nada digas.

Espera um tanto mais.

Apareceram dissensões entre amigos que se desarvoraram em lastimáveis atitudes e queres assumir posição drástica sob as impressões do momento.

No entanto, não te perturbes.

Espera um tanto mais. 

Companheiros te trouxeram notícias alarmantes, com relação ao comportamento infeliz de irmãos determinados e, no íntimo, te dispões à censura apressada.

Não te afobes, porém.

Espera um tanto mais.

Recebeste injúrias que te doem no sentimento e te inclinas a promover a própria defesa, de imediato.

Entretanto, não desesperes.

Espera um tanto mais.

Nunca respondas à violência com a violência.

Em qualquer situação, acalma-te para fazer o melhor.

Muitos delitos, calamidades, desequilíbrios e tragédias caem na sucata do sofrimento e da culpa, por longo tempo, simplesmente porque as vítimas da precipitação não quiseram esperar.

pelo Espírito Meimei – Do livro: Palavras Do Coração, Médium: Francisco Cândido Xavier. 

Do site www.caminhosluz.com.br

Quanta aflição desaparecerá no nascedouro, se souberes sofrer em silêncio! Quanta amargura esquecida, se desculpares o fel!

 

Rogas a paz do Senhor, mas o Senhor igualmente espera por teu concurso na paz dos outros.

 

Reflete nas necessidades de teu irmão, antes de lhe apreciares o gesto impensado. Em muitas ocasiões, a agressividade com que te fere é apenas angústia e a palavra ríspida com que te retribui o carinho são tão somente a chaga do coração envenenando-lhe a boca.

 

Auxilia mil vezes, antes de reprovar uma só.

 

Os charcos emitem correntes enfermiças por não haver encontrado mãos que o secassem e o deserto provoca sede e sofrimento por não ter recebido o orvalho da fonte.

 

Deixa que a piedade se transforme no teu coração em socorro mudo, para que a dor esmoreça.

 

Não estendas a fogueira do mal com o lenho seco da irritação e do ódio!

 

Espera e ama sempre!

 

Em silêncio, a árvore podada multiplica os próprios frutos e o céu assaltado pela sombra noturna descerra a glória dos astros!…

 

Lembra-te do Cristo, o Amigo silencioso.

 

Sem reivindicações e sem ruído, escreveu os poemas imortais do perdão e do amor, da esperança e da alegria no coração da Terra.

 

Busquemos NELE o nosso exemplo na luta diária e, tolerando e ajudando hoje, na estreita existência humana, recolheremos amanhã as bênçãos da luz silenciosa que nos descerrará os caminhos da Vida Eterna.

 

 

 

Pelo Espírito Meimei – do Livro Ideal Espírita – Psicografia de Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos.

Quanta aflição desaparecerá no nascedouro, se souberes sofrer em silêncio! Quanta amargura esquecida, se desculpares o fel!

 

Rogas a paz do Senhor, mas o Senhor igualmente espera por teu concurso na paz dos outros.

 

Reflete nas necessidades de teu irmão, antes de lhe apreciares o gesto impensado. Em muitas ocasiões, a agressividade com que te fere é apenas angústia e a palavra ríspida com que te retribui o carinho são tão somente a chaga do coração envenenando-lhe a boca.

 

Auxilia mil vezes, antes de reprovar uma só.

 

Os charcos emitem correntes enfermiças por não haver encontrado mãos que o secassem e o deserto provoca sede e sofrimento por não ter recebido o orvalho da fonte.

 

Deixa que a piedade se transforme no teu coração em socorro mudo, para que a dor esmoreça.

 

Não estendas a fogueira do mal com o lenho seco da irritação e do ódio!

 

Espera e ama sempre!

 

Em silêncio, a árvore podada multiplica os próprios frutos e o céu assaltado pela sombra noturna descerra a glória dos astros!…

 

Lembra-te do Cristo, o Amigo silencioso.

 

Sem reivindicações e sem ruído, escreveu os poemas imortais do perdão e do amor, da esperança e da alegria no coração da Terra.

 

Busquemos NELE o nosso exemplo na luta diária e, tolerando e ajudando hoje, na estreita existência humana, recolheremos amanhã as bênçãos da luz silenciosa que nos descerrará os caminhos da Vida Eterna.

 

 

 

Pelo Espírito Meimei – do Livro Ideal Espírita – Psicografia de Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos.

 

 

Do site: Caminhos Luz

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