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Criar em torno dos doentes uma atmosfera de positiva confiança, através de preces, vibrações e palavras de carinho, fortaleza e bom ânimo.

O trabalho de recuperação do corpo fundamenta-se na reabilitação do Espírito.

Mesmo quando sejam ligados estreitamente ao coração, não se deixar abater à face dos enfermos, mas sim apresentar-lhes elevação de sentimento e fé, fugindo a exclamações de pena ou tristeza.

O desespero é fogo invisível.

Discorrer sempre que necessário sobre o papel relevante da dor em nosso caminho, sem quaisquer lamentações infelizes.

A resignação nasce da confiança.

Em nenhuma circunstância, garantir a cura ou marcar o prazo para o restabelecimento completo dos doentes, em particular dos obsidiados, sob pena de cair em leviandade.

Antes de tudo vige a Vontade Sábia do Pai Excelso.

Dar atenção e carinho aos corações angustiados e sofredores, sem falar ou agir de modo a humilhá-los em suas posições e convicções, buscando atender-lhes às necessidades físicas e morais dentro dos recursos ao nosso alcance.

A melhoria eficaz das almas deita raízes na solidariedade perfeita.

Procurar com alegria, ao serviço da própria regeneração, o convívio prolongado com parentes ou companheiros atacados pela invalidez, pelo desequilíbrio ou pelas enfermidades pertinazes.

O antídoto do mal é a perseverança no bem.

André Luiz. Psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira. Da obra “Conduta Espírita”. Do site “Caminhos de Luz“.

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De fato, há que se estudar a resignação para que a paciência não a venha trazer resultados contraproducentes.
Um lavrador suportará corajosamente aguaceiro e granizo na plantação, mas não se acomodará com gafanhoto e tiririca.
Habitualmente, falamos em tolerância como quem procura esconderijo à própria ociosidade. Se nos refestelamos em conforto e vantagens imediatas, no império da materialidade passageira, que nos importam desconforto e desvantagens para os outros?
Esquecemo-nos de que o incêndio vizinho é ameaça de fogo em nossa casa e, de imprevisto, irrompem chamas junto de nós, comprometendo-nos a segurança e fulminando-nos a ilusória tranqüilidade.
Todos necessitamos ajustar resignação no lugar certo.
Se a Lei nos apresenta um desastre inevitável, não é justo nos desmantelemos em gritaria e inconformação. É preciso decisão para tomar os remanescentes e reentretecê-los para o bem, no tear da vida.
Se as circunstâncias revelam a incursão do tifo, não é compreensível cruzar os braços e deixar campo livre aos bacilos.
Sempre aconselhável a revisão de nossas atitudes no setor da conformidade.
Como reagimos diante do sofrimento e do mal?
Se aceitamos penúria, detestando trabalho, nossa pobreza resulta de compulsório merecimento.
Civilização significa trabalho contínuo contra a barbárie.
Higiene expressa atividade infinitamente repetida contra a imundície.
Nos domínios da alma, todas as conquistas do ser, no rumo da sublimação, pedem harmonia com ação persistente para que se preservem.
Paz pronta ao alarme. Construção do bem com dispositivo de segurança.
Serenidade é constância operosa; esperança é ideal com serviço.
Ninguém cultive resignação diante do mal declarado e removível, sob pena de agravá-lo e sofrer-lhe clava mortífera.
Estudemos resignação em Jesus – Cristo. A cruz do Mestre não é um símbolo de apassivamento à frente da astúcia e da crueldade e sim mensagem de resistência contra a mentira e a criminalidade mascaradas de religião, num protesto firme que perdura até hoje.

Texto extraído do livro “Estude e Viva” – Emmanuel e André Luiz
Psicografado por Francisco C. Xavier e Waldo Vieira

Do blog “Chico Xavier – Multiply

“Nenhum servo pode servir a dois senhores”

Jesus  

(Lucas, 16:13.)

Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com os deveres para com o Senhor.

Só o Espírito possui eternidade.

Distanciar-se do partidarismo extremado.

Paixão em campo, sombra em torno.

Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em palanque de propaganda política, nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.

O despistamento favorece a dominação do mal.  

Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo, enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.

O discernimento é o caminho para o acerto.

Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos.

O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.

Não comerciar com o voto dos companheiros de Ideal, sobre quem a sua palavra ou cooperação possam exercer alguma influência.

A fé nunca será produto para mercado humano.

Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.

Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica.

Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa essencial.

A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana.

“Nenhum servo pode servir a dois senhores” – Jesus  

(Lucas, 16:13.)

Mensagem extraída da obra “Conduta Espírita”, do espírito André Luiz, psicografada por Waldo Vieira.

Imagem: g1.globo.com

Estimar e reverenciar os irmãos de outros credos religiosos.

O sarcasmo não edifica.

Não exasperar-se em oportunidade alguma, ainda mesmo pretextando a defesa dos postulados religiosos que lhe alimentam o coração, a fim de evitar o vírus da cólera e as incursões das forças inferiores no próprio íntimo.

A exasperação leva ao desequilíbrio e à queda.

Aproveitar o tempo e as energias, fugindo às discussões estéreis em torno das origens da Vida e do Universo ou sobre tópicos fundamentais do Espiritismo.

Espíritos existem que se esforçam para não crer em sua própria existência.

Em nenhuma circunstância, pretender conduzir alguém ou alguma instituição, dessa ou daquela prática religiosa, à humilhação e ao ridículo.

O Sol, em nome de Deus, ilumina o passo de todas as criaturas.

Suportar construtivamente as manifestações constantes de cultos exóticos e estranhos à simplicidade e pureza do Espiritismo, oferecendo, tanto quanto possível, auxílio e cooperação, sem pretensiosas exigências aos companheiros que a tais cultos se prendem.

Muitos irmãos distantes serão, em futuro próximo, excelentes cultores da Doutrina Espírita.

A título de preservar o corpo doutrinário do Espiritismo, ou de defender a Verdade, não faltar com a compreensão espírita cristã nem agarrar-se a conceituações radicais e inamovíveis.

Quando apaixonado e desmedido, o zelo obscurece a razão.

Sistematicamente, não impor ou forçar a transformação religiosa dos irmãos alheios à fé que lhe consola o coração.

Toda imposição, em matéria religiosa, revela fanatismo.

Silenciar todo impulso a polêmicas com irmãos aprisionados a caprichos de natureza religiosa.

Discussão, em bases de ironia e azedume, é pancadaria mental.

“Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados.”

(Tiago, 5:9)

André Luiz – psicografia de Waldo Vieira

Da obra “Conduta Espírita”, Editora FEB – Federação Espírita Brasileira

feliz ano novo

Além, a luz do espaço se esfacela

Em explosões de sons e cores raras,

Tecendo o amor e a glória nas searas

Da vida universal, sublime, bela…

 

Brilham, depois do azul que o céu revela,

Astros em bando, iguais longas aparas

De altas constelações, em formas claras:

Sóis pendendo de vasta passarela…

 

O homem fita espantado as nebulosas

Bailando em formações maravilhosas,

E vê-se um verme à frente do destino…

 

Ante o excelso esplendor finda-se o engano…

Como se faz pequeno o orgulho humano!

Como se torna imenso o amor divino!

 

Afonso Celso de Assis Figueiredo Júnior

Da obra “Antologia dos Imortais”, editora FEB. Psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira.

Feliz Natal!

Natal! Grande bolo à mesa,

A árvore linda em festa.

O brilho da noite empresta

Regozijo ao coração…

É como se a Natureza

Trouxesse Belém de novo

Para os júbilos do povo

Em doce fulguração.

 

Tudo é bênção que se enflora,

De envolta na melodia

Da luminosa alegria

Que te beija e segue além…

Mas se reparas, lá fora,

O quadro que tumultua,

Verás quem passa na rua

Sem ânimo e sem ninguém.

 

Contemplarás pequeninos

De faces agoniadas,

Pobres mães desesperadas,

Doentes em chaga e dor…

E, ajudando aos peregrinos

Da esperança quase morta,

Talvez enxergues à porta

O Mestre pedindo amor.

 

É sim!… É Jesus que volta

Entre os pedestres sem nome,

Dando pão a quem tem fome,

Luz às trevas, roupa aos nus!

Anjo dos Céus sem escolta, 

Embora a expressão serena,

Tem nas mãos com que te acena

Os tristes sinais da cruz.

 

Natal! Reparte o carinho

Que te envolve a noite santa.

Veste, alimenta e levanta

O companheiro a chorar.

 

E, na glória do caminho,

Dos teus gestos redentores,

Recorda por onde fores

Que o Cristo nasceu sem lar.

  

Irene Ferreira de Sousa Pinto

Da obra “Antologia dos Imortais”, editora FEB. Psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira.

 

Criar em torno dos doentes uma atmosfera de positiva confiança, através de preces, vibrações e palavras de carinho¸ fortaleza e bom ânimo.

O trabalho de recuperação do corpo fundamenta-se na reabilitação do Espírito.

Mesmo quando sejam ligados estreitamente ao coração, não se deixar abater à face dos enfermos, mas sim apresentar-lhes elevação de sentimento e fé, fugindo a exclamações de pena e tristeza.

O desespero é fogo invisível.

Discorrer sempre que necessário sobre o papel relevante da dor em nosso caminho, sem quaisquer lamentações infelizes.

A resignação nasce da confiança.

Em nenhuma circunstância, garantir a cura ou marcar prazo para o restabelecimento completo dos doentes, em particular dos obsidiados, sob pena de cair em leviandade.

Antes de tudo vige a Vontade Sábia do Pai Excelso.

Dar atenção e carinho aos corações angustiados e sofredores, sem falar ou agir de modo a humilhá-los em suas posições ou convicções, buscando atender-lhes às suas necessidades físicas e morais dentro dos recursos ao nosso alcance.

A melhoria eficaz das almas deita raízes na solidariedade perfeita.

Procurar com alegria, ao serviço da própria regeneração, o convívio prolongado com parentes ou companheiros atacados pela invalidez, pelo desequilíbrio ou pelas enfermidades pertinazes.

O antídoto do mal é a perseverança no bem.

“Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim mesmo o fizestes”. – Jesus

André Luiz. Da obra “Conduta Espírita”, psicografada por Waldo Vieira e publicada pela FEB – Federação Espírita Brasileira.

 

A vida cristã gira em torno do amor fraterno. Podemos expressar o que de melhor existe dentro de nós.

O Evangelho nos ensina que a cada momento pode haver um recomeço, a fim de ganharmos a presença de Cristo.

Paciência é o poder que nos traz o reino da felicidade. Jesus sabe das nossas deficiências e nos assiste com a sua tolerância. Ajudemo-nos uns aos outros. Viver é a lei.

Devemos ser fiéis em nossas pequenas promessas. Muita gente se acha completamente absorvida em glórias celestes, ao passo que cuida pouco das pequenas coisas.

Despertemos. Devoção exige realização. Aquele que sabe, torna-se responsável. O mundo precisa de ajuda.

Sirvamos todas as oportunidades. Tanto no Evangelho, como na vida prática, devemos olhar para frente.

Jesus disse: “Porventura não se vendem dois passarinhos por um asse? E nem um deles cairá sobre a terra sem vosso Pai. E até mesmo os cabeços da vossa cabeça, todos eles estão contados.”

Não podemos medir a glória de Deus em torno de nós, mas podemos reconhecer os divinos atributos de Deus através do nosso amor ao semelhante.

Tanto quanto se sabe, a definição do Novo Testamento, “Deus é amor; e aquele que se demora no amor, demora-se em Deus e Deus está nele”, encerra a promessa de que, vivendo e praticando o amor puro, o homem finalmente alcançará o estado de união com seu Criador, para sempre.

Desejaríamos encontrar a Deus? Então precisamos seguir a Jesus Cristo. Servir com ele é aliviar os problemas da vida.

As coisas de Deus não nos chegam por acaso. A felicidade e a paz, no reino da alma, vêm dos trabalhos do amor. Quando encontramos amor em nossos corações, Jesus lá está.

“Porque onde está o teu tesouro, aí também está o teu coração.” – Jesus (Mateus, 6:21).

pelo Espírito Anderson – Do livro: Entre Irmãos de Outras Terras, Médiuns: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira – Mensagens Recebidas em Língua Inglesa, tradução de Hermínio Corrêa de Miranda.

Do site: http://www.caminhosluz.com.br

 

Desistir de somente aparentar propósitos de evangelização, mas reformar-se efetivamente no campo moral, não se submetendo a qualquer hábito menos digno, ainda mesmo quando consagrado por outrem.

A evolução requer da criatura a necessária dominação sobre o meio em que nasceu.

*

Perdoar sempre as possíveis e improcedentes desaprovações sociais à sua fé, confessando, quando preciso for, a sua qualidade religiosa, principalmente através da boa reputação e da honradez que lhe exornam o caráter.

Cada Espírito responde por si mesmo.

*

Libertar-se das injunções sociais que funcionem em detrimento da fé que professa e desapegar-se do “desculpismo” sistemático com que possa acomodar-se a qualquer atitude menos feliz.

A negligência provoca desperdícios irreparáveis.

*

Afastar-se dos lugares viciosos com discrição e prudência, sem crítica, nem desdém, somente relacionando-se com eles para emprestar-lhes colaboração fraterna em favor dos necessitados.

O cristão sabe descer à furna do mal, socorrendo-lhe as vítimas.

*

Em injunção alguma, considerar ultrapassadas ou ridículas as práticas religiosas naturais do Espiritismo, como meditar, orar ou pregar.

A Doutrina Espírita é uma só em todas as circunstâncias.

*

Tributar respeito aos companheiros que fracassaram em tarefas do coração.

Há lutas e dores que só o Juiz Supremo pode julgar em sã consciência.

*

Atender aos supostos felizes ou infelizes, cultos ou incultos, com respeito e bondade, distinção e cortesia.

A condição social é apenas apresentação passageira e todos os papéis são permutáveis na sucessão das existências.

“Sigamos, pois, as coisas que contribuem para a paz e para a edificação de uns para com os outros”

Paulo (Romanos, 14:19)

Da obra Conduta Espírita, de André Luiz, psicografada por Waldo Vieira. Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Escuta serenamente

Quem te repele ou censura.

Há muito fel de amargura,

Em forma de maldição.

Às vezes quem te maltrata

Arrasta apenas consigo

Sede, fome e desabrigo

Por brasas no coração.

 

Quem te injuria e escarnece,

Na frase agressiva, azeda,

Em si sofre a labareda

Que verte do próprio mal.

Toda cólera é doença.

Aquele que se enraivece

Solicita o pão e a prece

Do socorro fraternal.

 

Muita gente cai nas trevas,

Por não achar, no caminho,

Brandura, silêncio e ninho,

No peito amigo de alguém.

Inda que ofensas te cubram

E lâminas te retalhem,

Que as tuas forças não falhem

Na força que espalha o bem.

 

Desculpa, constantemente,

O golpe, a pedrada, o insulto,

Apesar do pranto oculto,

Amargo, desolador!

 

Quem tolera e quem perdoa,

Embora de alma ferida,

Encontra, na própria vida,

O reino do Eterno Amor.

 

Irene Ferreira de Sousa Pinto

Da obra “Antologia dos Imortais”, psicografada por Chico Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Blog Meditando no Twitter:

                        Todos precisamos combater inibições aqui ou ali, nesse ou naquele sentido, para produzir espiritualmente.

 

                        Opomos quase sempre demasiada resistência íntima às realizações das grandes causas.

 

                        Superstição, neofobia, preguiça, medo, timidez, amor próprio e desorganização agem no interior da criatura, freando-lhe a capacidade criativa.

 

                        Se formos aguardar circunstâncias excepcionais em nosso espírito e fora dele, entre as pessoas e os fatos, a fim de plasmar aquilo que a consciência indica, jamais conseguiremos atingir os nossos objetivos.

 

                        Indispensável subjugar indisposições e contratempos para não adiar indefinidamente o que deve ser feito agora.

 

                        (…)

 

                        Veja em você os pontos frágeis por onde a inibição se manifesta. Observe que ela, agora, lhe sabota os pensamentos como sendo dificuldade de expressão. Mais tarde, mina-lhe os atos, mascarando-se por receio de enfrentar a realidade. Depois, parasita-lhe a saúde, fazendo-se passar por desânimo ante a faina precisa.

 

                        (…)

 

                        Se você tem algo de bom em mente que deva ser edificado, comece a empresa, afastando de seu caminho semelhante embaraço.

 

                        Carecemos de coragem até para enfrentar a nós mesmos. Liberte-se de tabus, desenvolva os próprios dons, desiniba-se. Tenha confiança no destino que você está construindo.

 

                        Brilha no Evangelho este aviso promissor: “buscai e achareis”.

 

                        Tudo aquilo que desejamos de intenção nobre, alcançaremos. Para isso, dispomos dos instrumentos em nós: vida, inteligência, discernimento e possibilidade de trabalhar. Não podemos esquecer, contudo, das peias da inibição por envoltório constringente. Nesse aspecto, convém recorrer à lição da semente que, de fato, germina, ganha espaço, cresce para o sol e cumpre o seu destino, mas primeiro precisa sair de si mesma.

 

 

Do livro “Técnica de Viver” de Kelvin Van Dine, psicografado por Waldo Vieira.

 

Mensagem encontrada no blog *RELIGARE*

Seleção de mensagens do site O Espiritismo

 

 

“Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que empreende para hoje ser melhor do que ontem, e amanhã melhor do que hoje, sempre domando as suas más inclinações”.

 

Allan Kardec (O Evangelho Segundo o Espiritismo)

 

 

“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”. (Paulo de Tarso, I Cor. 6,12).

 

…………………………………

 

 

O Espírita deve afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que  assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares.

 

A verdadeira alegria não foge da temperança.

 

Autor: André Luiz (espírito)

Psicografia de Waldo Vieira. Do livro: Conduta Espírita

………………………………

 

 

SOBRE O CARNAVAL

 

 

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.

 

É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.

 

Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.

 

Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.

 

Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.

 

Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.

 

Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretenciosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

 

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.

 

Emmanuel (espírito)

 

Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939.

 

Seleção de mensagens do site O Espiritismo

Para a Justiça de Deus,

Tem muito mais expressão

A gota de caridade

Que o rio da pregação.

 

Martins Coelho

 

 

Há duas coisas horrendas,

No fim dos pobres mortais:

A mentira das legendas

E a pompa dos funerais.

 

Fidélis Alves

 

 

(Da obra “Trovadores do Além”, psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira; trovas publicadas na revista “Reformador”, de junho de 1992)

Francisca Clotilde Barbosa Lima

 

 

A noite é quase gelada.

Contudo, Mariazinha

É a menina de outras noites

Que treme, tosse e caminha…

 

Guizos longe, guizos perto…

É Natal de paz e amor.

Há muitas vozes cantando:

– “Louvado seja o Senhor!”

 

A rua parece nova

Qual jardim que floresceu.

Cada vitrina enfeitada

Repete: “Jesus nasceu!”

 

Descalça, vestido roto.

Mariazinha lá vai…

Sozinha, sem mãe que a beije,

Menina triste sem pai.

 

Aqui e ali, pede um pão…

Está faminta e doente.

– “Vadia, saia depressa!” –

É o grito de muita gente.

 

– “Menina ladra!” – outros dizem.

– “Fuja daqui, pata feia!

Toda criança perdida

Deve dormir na cadeia.”

 

Mariazinha tem fome

E chora, sentindo em torno

O vento que traz o aroma

Do pão aquecido ao forno.

 

Abatida, fatigada,

Depois de percurso enorme,

Estira-se na calçada…

Tenta o sono, mas não dorme.

 

Nisso, um moço calmo e belo

Surge e fala, doce e brando:

– Mariazinha, você

Está dormindo ou pensando?

 

A pequenina responde,

Erguendo os bracinhos nus:

– Hoje é noite de Natal,

Estou pensando em Jesus.

 

– Não lhe lembra mais alguém?

Ela, em lágrimas, disse: – Eu

Penso também, com saudade,

Em minha mãe que morreu…

 

– Se Jesus aparecesse,

Que é que você queria?

– Queria que ele me desse

Um bolo da padaria…

 

Depois de comer, então

– E a pobre sorriu contente –

Queria um par de sapatos

E uma blusa grande e quente.

 

Depois… queria uma casa,

Assim como todos têm…

Depois de tudo… eu queria

Uma boneca também…

 

– Pois saiba, Mariazinha,

Eu lhe digo que assim seja!

Você hoje terá tudo

Aquilo que mais deseja.

 

– Mas, o senhor quem é mesmo?

E ele afirma, olhos em luz:

– Sou seu amigo de sempre,

Minha filha, eu sou Jesus!…

 

Mariazinha, encantada,

Tonta de imensa alegria,

Pôs a cabeça cansada

Nos braços que ele estendia…

 

E dormiu, vendo-se outra,

Em santo deslumbramento,

Aconchegada a Jesus,

Na glória do firmamento.

 

No outro dia, muito cedo,

Quando o lojista abre a porta,

Um corpo caiu, de leve…

A menina estava morta.

 

 

Da obra “Antologia dos Imortais”, psicografada por Chico Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Américo Augusto de Sousa Falcão

 

 

A vida compra a granel

Na ilusão que a desfigura.

O tempo cobra, fiel,

À porta da sepultura.

 

*

 

Medalha, comenda e pluma,

Exigindo apreço e aceno,

Parecem montões de espuma,

Cobrindo sabão pequeno.

 

*

 

Paixão é fogo por nada.

Febre alta e recaída…

Tanta tinta derramada,

Tanta conversa perdida.

 

*

 

Fitai o juízo à frente;

Excesso, taça e folia

Acabam freqüentemente

Na sala de anatomia.

 

*

 

A lei é peso e medida,

Tende cautela, mortais!

Do que buscamos na vida,

Na morte teremos mais!

 

 

 

Da obra “Antologia dos Imortais”, psicografada por Chico Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

“E, respondendo, disse-lhe Jesus: – Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.”

 

(Lucas, 10:41 e 42)

 

 

Compenetra-se do apostolado de guardiã do instituto da família e da sua elevada tarefa na condução das almas trazidas ao renascimento físico.

 

Todo compromisso no bem é de suma importância no mundo espiritual.

 

***

Afastar-se de aparências e fantasias, consagrando-se às conquistas morais que falam de perto à vida imperecível, sem prender-se ao convencionalismo absorvente.

 

O retorno à condição de desencarnado significa retorno à consciência profunda.

 

***

 

Afinar-se com os ensinamentos cristãos que situam a alma nos serviços da maternidade e da educação, nos deveres da assistência e nas bênçãos da mediunidade santificante.

 

Quem foge à oportunidade de ser útil, engana a si mesmo.

 

***

Sentir e compreender as obrigações relacionadas com as uniões matrimoniais do ponto de vista da vida multimilenária do Espírito, reconhecendo a necessidade das provações regenerativas que assinalam a maioria dos consórcios terrestres.

 

O sacrifício representa o preço da alegria real.

 

***

Opor-se a qualquer artificialismo que vise transformar o casamento numa simples ligação sexual sem as belezas da maternidade.

 

Junto dos filhos apagam-se ódios, sublima-se o amor e harmonizam-se as almas para a eternidade.

 

***

Reconhecer grave delito no aborto que arroja o coração feminino à vala do infortúnio.

                               

Sexo desvirtuado, caminho de expiação.

 

***

Preservar os valores íntimos, sopesando as próprias deliberações com prudência e realismo, em seus deveres de irmã, filha companheira e mãe.

 

O trabalho da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito.

 

 

“E, respondendo, disse-lhe Jesus: – Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.”

 

(Lucas, 10:41 e 42)

 

 

 

Mensagem contida na obra “Conduta Espírita”, de André Luiz (psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira)

Esse pequeno - Irene Ferreira de Sousa Pinto

Irene Ferreira de Sousa Pinto

 

 

Esse pequeno sozinho

À noite, no pó da estrada,

De roupa suja e rasgada,

Que passa pedindo pão,

É um anjo pobre a caminho,

Sob inocente amargura…

Pássaro triste à procura

De ninho e consolação.  

 

 

Criança desconhecida…

Dormirá? Quem sabe onde?…

É órfão?…Ninguém responde.

Aceita o que se lhe dê.

Quantas mágoas tem na vida,

Quanta miséria a consome,

Quanto anseio, quanta fome,

Ninguém sabe, ninguém vê…

 

 

Nunca lhe atires ao lado

Qualquer palavra ferina…

Socorre, ampara, ilumina

Em nome do Eterno Bem,

Que esse menino exilado,

Sem lar e sem companhia,

Se o Céu quisesse podia

Ser teu filhinho também!

 

 

Encoraja-lhe a esperança,

Envolve-o no teu sorriso,

E sentirás, de improviso,

A bênção de doce luz!

É que no amor da criança,

Que te agradece o carinho,

Receberás, de mansinho,

A gratidão de Jesus!

 

 

 

Da obra “Antologia dos Imortais”, psicografada por Chico Xavier e Waldo Vieira, da Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.

Imagem: Oximetria.fotoflog.com.br

 

Amplia-se na vida, segundo as nossas necessidades, o tema sempre novo da caridade.Ninguém calcula a importância do pão que socorre o faminto, nem o valor do remédio que alivia o doente.

Outras expressões de beneficência, contudo, vão surgindo imperiosas.

Uma delas, que raramente refletimos, baseia-se na dádiva das horas – caridade do tempo, ao alcance de todos.

Não há criatura impedida de exercê-la. Em qualquer clima social, semelhante cooperação é fundamento do bem.

Um dia de trabalho gratuito no levantamento das boas obras. . .

Uma semana tomada às férias para concurso desinteressado às instituições que reúnem doentes menos felizes. . .

Um horário de serviço puramente fraterno na esfera profissional para os que nos reclamam a experiência. . .

Um momento de tolerância e respeito para os que se extraviam na cólera. . .

Um minuto a mais de atenção para a conversa de alguém que ainda ignora o processo de resumir. . .

Uma hora para a visita espontânea ou solicitada em que sejamos úteis. . .

Todos podemos calar para que outros falem, extrair alguns instantes dos apertos do dia a dia para atividades edificantes, empregar retalhos de repouso no estudo para conseguir esclarecer ou ensinar, suprimir um passeio ou uma distração para a felicidade de servir. . .

Não nos esqueçamos de articular oportunidades em auxílio de outrem.

Caridade do tempo, fonte de amor e luz. É com ela e por ela que a própria Sabedoria Divina nos ampara e nos reergue, corrige e aprimora, usando paciência infinita conosco, através das reencarnações.

 

 

 

Por André Luiz, psicografia de Waldo Vieira

 

Do site Caminhos luz

 

Imagem: Christian Youth Blog.com

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